Vagas que sobraram no Sisu eram reservadas para políticas afirmativas

Das 83.125 vagas oferecidas pelo sistema no 1º semestre de 2010, 176 não foram preenchidas - 0,2% do total

Agência Brasil,

25 Janeiro 2011 | 09h39

BRASÍLIA - Das 83.125 vagas oferecidas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) no primeiro semestre de 2010, 176 não foram preenchidas - 0,2% do total. Todas elas estavam reservadas para algum tipo de política afirmativa adotada pela instituição de ensino, como cota para a população indígena ou candidatos com deficiência.

 

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A Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS) foi a que registrou a maior sobra de vagas: 79 ao total, todas reservadas para candidatos indígenas. A Universidade Federal do Pampa (Unipampa) também teve um número grande de vagas não preenchidas, 64. A maior parte era destinada a alunos que cursaram todo ensino médio em escola pública e tinham ascendência indígena ou candidatos com deficiência.

 

Essas vagas ainda podem ser redistribuídas pela lista de espera, última rodada de seleção do Sisu que deve ocorrer entre os dias 13 e 17 de fevereiro. Esta etapa é feita depois de convocadas a segunda e a terceira lista dos aprovados. A partir daí, as instituições de ensino podem preencher as vagas remanescentes a seu critério por meio de uma lista que será gerada pelo sistema a partir da nota do Enem.

 

Entre os cursos em que há sobra de vagas há alguns bastante concorridos como Engenharia Elétrica e Relações Internacionais na Unipampa.

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