USP e PUC aumentam a segurança de seus edifícios

Os altos índices de ocorrências preocupam a Universidade de São Paulo (USP) e a Pontifícia Universidade Católica (PUC). As universidades pretendem transformar seus esquemas de segurança e debater as maneiras de proteger alunos, professores e a comunidade universitária. A PUC mudou e reforçou seu esquema de segurança, instalando cercas de arame farpado e contratando rondas motorizadas para proteger as ruas próximas ao câmpus. Os índices caíram, mas o alto poder aquisitivo dos estudantes ainda faz a região da PUC ter alto índice de roubos e furtos ? os de celulares são os da moda. Em 2002, A USP abrigou seis tentativas de estupro relatadas. Este ano, grupos de trabalho foram criados para discutir qual deve ser o modelo de segurança e até onde a ajuda da Polícia Militar, pode ser permitida. As duas universidades admitem não ter controle total sobre o uso de drogas feito por alunos, que estão divididos. Uns apóiam a maior vigilância e outros querem a autonomia universitária também para a segurança.

Agencia Estado,

19 de maio de 2003 | 17h46

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