USP abrirá escritórios em Boston, Londres e Cingapura

Programa de internacionalização também ampliará a concessão de bolsas; investimento será de R$ 400 mil, financiado pelo Banco Santander

Estadão.edu,

26 Março 2013 | 16h26

A USP vai criar escritórios em Boston, Londres e Cingapura como parte de um programa de internacionalização criado nesta terça-feira, 26. As representações devem funcionar por tempo determinado, até 24 de janeiro de 2014. O investimento será de R$ 400 mil, financiado pelo Banco Santander, e incluirá a concessão de bolsas para pesquisadores e estudantes estrangeiros que queiram fazer intercâmbio na USP.

 

Professores e alunos da universidade também deverão ganhar mais bolsas para atuar fora do País, segundo resolução publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo.

 

O objetivo do programa é "fortalecer a presença da Universidade de São Paulo no exterior, disseminando o conhecimento produzido por sua comunidade acadêmica conjuntamente com seus parceiros internacionais e propondo novas ações, projetos e/ou programas inovadores na área da internacionalização; fomentar iniciativas de internacionalização; e promover a integração da comunidade acadêmica estrangeira com os docentes e discentes da USP".

 

De acordo com a resolução, a sede em São Paulo deve atender a América do Sul, América Central e África Subsaariana; a sede em Boston ficará responsável por América do Norte e Caribe; Europa, Norte da África e Oriente Médio serão atendidos pelo núcleo de Londres. Já o escritório em Cingapura atenderá a Ásia Central, países do Golfo Pérsico, Ásia Meridional, Sudeste Asiático e Oceania.

 

Cada núcleo terá um diretor e um diretor adjunto nomeados pelo reitor João Grandino Rodas. Eles deverão apresentar um relatório das atividades desenvolvidas no exterior. A USP então desenvolverá uma segunda etapa do programa, que deverá durar até 2018.

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