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Universidades estaduais de SP negam que suspensão de aulas por falta de água foi discutida

USP, Unesp e Unicamp encaminharam comunicados afirmando que encontro com reitores tinha o objetivo de propor ações sobre a crise

Paulo Saldaña, O Estado de S. Paulo

04 Fevereiro 2015 | 19h19

As três universidades estaduais de São Paulo, USP, Unesp e Unicamp, divulgaram notas em que negam que uma possível interrupção de aulas em caso de falta de água no Estado tenha sido discutida no encontro, ocorrido na terça, 3, entre os dirigentes das instituições públicas de ensino superior. As notas oficiais foram encaminhadas na tarde desta quarta-feira, dia 4, pelas três instituições.

A informação sobre um possível impacto nas aulas no caso de rodízio no abastecimento de água foi dada em entrevista coletiva, na terça, após encontro que reuniu os dirigentes das instituições públicas de São Paulo. Além das estaduais paulistas, participaram do encontro as universidades federais de São Paulo (Unifesp), do ABC (UFABC), de São Carlos (UFSCar) e o Instituto Federal de São Paulo (IFSP). Os dirigentes haviam anunciado a criação de um grupo técnico-acadêmico para discutir soluções para a crise hídrica do Estado.

As notas encaminhadas pela USP e pela Unicamp defendem que não foi discutido no encontro "a possibilidade de suspensão de aulas ou de pesquisas no âmbito das instituições". A nota da Unesp diz que  "em nenhum momento foi discutida a suspensão de atividades de ensino e pesquisa nas universidades públicas paulistas, estaduais e federais".

No ano passado, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) repetiu diversas vezes que não havia riscos de haver falta de água no Estado e racionamento - apesar de muitos bairros terem registrarem falta de água. Somente no dia 14 de janeiro, o governador admitiu pela 1ª vez que havia racionamento em São Paulo.

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