Universidades da Europa atraem brasileiros para pós-graduação

Preços competitivos, instituições de qualidade e diversidade cultural levam estudantes a buscar países do Velho Continente

Luciana Alvarez, Especial para O Estado

26 de fevereiro de 2019 | 03h00

LISBOA - Com instituições de ensino de prestígio, diversidade cultural e cursos com preços competitivos, o Velho Continente atrai brasileiros em busca de uma pós-graduação. Na Europa, não há oferta de especializações nos moldes do Brasil. Quem busca uma formação depois da faculdade voltada para o mercado de trabalho costuma optar pelos cursos de mestrado com ênfase no âmbito profissional - há uma diferenciação entre os mestrados acadêmicos e profissionais. 

Na França, por exemplo, há os chamados Master Professionnel e Master Recherche. O primeiro é uma especialização que prevê estágios práticos perto do fim do curso, enquanto a segundo é uma formação de pesquisa, comparável a um mestrado do Brasil.

Embora a educação de cada lugar tenha características únicas, 29 países europeus assinaram em 1999 o Processo de Bolonha, documento prometendo reformas para integrar seus sistemas de ensino superior. Assim, alguns aspectos são comuns, como a subdivisão dos mestrados com enfoque profissional ou acadêmico. 

Época e custo. Os cursos na Europa se iniciam em setembro ou outubro, com raras exceções de opções em abril. A duração dos mestrados é, em geral, de dois anos, mas são módulos independentes. Em alguns países, os brasileiros conseguem entrar diretamente no segundo ano. Em muitas instituições não há limites de vaga: elas aceitam quem estiver de acordo com os requisitos do curso. Portanto, é comum haver turmas com mais de 200 alunos.

Nas faculdades públicas, o valor costuma ser subsidiado, mesmo para estrangeiros, o que torna o estudo mais barato do que um semelhante nos Estados Unidos. Estar na Europa atrai ainda aqueles que gostam de viajar, pois é barato, rápido e sem burocracias viajar pelo continente todo. 

Quem deseja ir ao Velho Continente se especializar precisa se preparar com antecedência média de seis meses a um ano, recomendam consultores da área. Além de ter o passaporte em dia, com validade excedendo o período da estada, será necessário organizar documentos, como diploma e histórico com traduções juramentadas (ou com Apostila de Haia, um tipo de reconhecimento em cartório exigido por Portugal), cartas de recomendação, carta de motivação, certificados de língua estrangeira e seguro-saúde. 

O trabalho para vencer a burocracia costuma recompensar. Para quem retorna ao País, o mercado brasileiro tem em alta consideração as instituições de ensino europeias. Fazer um curso e, em alguns casos, um estágio obrigatório também abre as portas para quem deseja permanecer no exterior. Assim, muitas vezes o mestrado é a porta de entrada para um trabalho qualificado em terras estrangeiras.

ENSINO SUPERIOR EM TRÊS NÍVEIS

Licenciatura

É a graduação, com diplomas semelhantes ao de bacharel, de licenciado ou de tecnólogo no Brasil. A duração é de três anos, mas há carreiras em que o mestrado é obrigatório para o profissional atuar (caso dos engenheiros).

Mestrado

Existem dois tipos de curso: um voltado para pesquisas acadêmicas (que abre caminho para o doutorado) e outro voltado para o mercado de trabalho. O mestrado dura entre um e dois anos.

Doutorado

O enfoque é semelhante a esse curso no Brasil. O doutorado tem o objetivo de formar pesquisadores.

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Reino Unido: Boas instituições e idioma bem estudado

Mestrado no país pode ser concluído em um ano e há algumas opções em meio período por dois anos

Luciana Alvarez, Especial para O Estado

26 de fevereiro de 2019 | 03h00

A enfermeira Luiza Antonieta Gasparino usava com frequência a Escala de Glasgow para medir o nível de consciência de pacientes. Hoje faz pós-graduação na universidade onde a escala foi criada. “Trabalhei em UTIs, usei muito a escala. Fiquei encantada com a ideia de estudar onde foi inventada.” O curso dela na universidade escocesa é um master taught em Saúde Global. No Reino Unido, há ainda a modalidade master research, focada em pesquisa.

Luiza não queria fazer mestrado nos moldes do Brasil. “Comecei pensando nos Estados Unidos, como a maioria. Mas me decidi pelo Reino Unido porque tem um sistema de saúde que foi uma das inspirações para o nosso SUS”, diz ela, que desejava estudar temas de saúde pública. Segundo a enfermeira, o lado financeiro não pesou. “A mensalidade aqui é mais barata, mas o custo de vida, em libras, é maior”. 

Diferentemente da maioria dos países europeus, no Reino Unido o mestrado pode ser concluído em um ano. Há algumas opções em meio período por dois anos. Mas a duração reduzida implica alto grau de esforço. “O método de ensino exige que se estude muito sozinho. O aluno tem de chegar à aula já preparado, sabendo o conteúdo e sendo capaz de estabelecer relações com sua experiência”, conta Luiza. Ainda que tenha um enfoque prático, é necessário entregar uma dissertação. 

Conseguir a vaga também foi bem trabalhoso, diz Luiza. “Tive de fuçar muito nos sites da universidades, para achar opções interessantes. No fim, contei com a ajuda de uma consultoria para fazer a candidatura, passar pela burocracia do visto”, explica ela, que usou o serviço gratuito da Love UK. 

Quem pensa em se candidatar para o próximo ano pode ficar tranquilo quanto ao Brexit. “Para o brasileiro, não tem consequência. Talvez só para quem tem passaporte europeu o processo mude um pouco”, diz Caio Souza, da Love UK.

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Portugal e Espanha: Para quem procura língua e costumes parecidos

País luso tem cursos de especialização; na Espanha, pós mais procuradas são os mestrados

Luciana Alvarez, Especial para O Estado

26 de fevereiro de 2019 | 03h00

Kauê Sichier e a mulher, Alyne Guevara, sempre falavam sobre a possibilidade de morar fora do Brasil por algum tempo. Em agosto se mudaram para a capital portuguesa, onde ele hoje faz um mestrado em Psicologia. “Foi uma boa opção que a gente encontrou, um local onde seria possível realizar o nosso sonho.”

Antes de se mudar, o casal aproveitou as férias para visitar instituições de Lisboa. “Depois, foi bem fácil realizar o processo de inscrição e visto. Do planejamento até o curso, levei um ano e meio. Mas fiz o tudo sozinho e fui aceito”, conta ele, que estuda na Universidade Autónoma de Lisboa. 

A exigência, porém, está sendo menor do que ele esperava. “Como o curso inicial aqui é mais curto, são só três anos, estou achando bem fácil. Vou aproveitar meu tempo aqui e fazer também uma especialização em psicogerontologia”, diz. Alyne, que veio para acompanhá-lo, também já começou uma especialização.

Portugal é um dos poucos países da Europa que oferece cursos chamados de especialização. Eles, no entanto, são semelhantes a cursos livres e extensões do Brasil, pois apresentam grande variação de duração e formato - alguns de apenas seis meses, outros de até dois anos. 

“As especializações costumam ser bem curtas, sobre algum tema útil para a prática profissional, mas não são tão reconhecidas como os mestrados”, explica Deborah Manzotti, da Consultoria Portugal. “Além disso, se for um curso de menos de um ano, o visto de estudante não dá direito a trabalhar nem a trazer a família.” Em Portugal, a área mais procurada para pós-graduação é o Direito, afirma Deborah. 

Prática ou teoria. Na vizinha Espanha, as pós-graduações mais procuradas são mesmo as maestrias, os mestrados. No país, há uma divisão entre as chamadas oficiais e não oficiais ou próprias. Apesar de o nome não oficial assustar, há muitos programas de alta qualidade e de bom renome no mercado de trabalho. Mas, enquanto a oficial é oferecida pelo governo, a não oficial fica a cargo da instituição de ensino. São cursos com orientação prática e forte articulação com o mercado. Por não terem enfoque investigativo, eles não abrem caminho para um doutorado na sequência. 

“Na prática, é mais barato e mais fácil de homologar no Brasil como mestrado se for uma oficial”, explica Renata Barbalho, da consultoria Espanha Fácil. “Se o objetivo é ter a expertise para aplicar no mercado, as pessoas optam muito pelas não oficiais. A procura pelas oficiais se dá, por exemplo, por funcionários públicos que depois precisam de reconhecimento no Brasil para contar na carreira”, conta Renata. 

Estudar fora serve de trampolim para trabalho especializado no exterior

Isabela Obeica já tinha a mãe e o irmão mais novo morando em Portugal quando decidiu também se mudar, levando junto seu marido e filho. “Trabalhava com moda, mas fiquei um tempo afastada do mercado depois que tive filho. Fazer uma pós era minha ideia para voltar. Então nós fomos assaltados no Brasil. Assim, decidimos que seria bom sair do País”, conta ela que cursa Gestão de Recurso Humanos na Universidade Europeia de Lisboa. "Viemos para ficar, pela qualidade de vida." O visto de estudante foi uma forma de mudar de país com todos os documentos já certos.  

O marido já conseguiu trabalho, mas não em sua área. Ele também entrou em um mestrado, para tentar oportunidade melhor em breve. Isabela sente que, como ela mesma e o marido, há muitos brasileiros que também buscam no mestrado uma forma de conseguir um trabalho mais especializado no novo país. "Na minha sala há cinco brasileiros além de mim. E todos pensam em ficar de vez", relata.

De fato, histórias como a de Isabela são bem comuns em Portugal. “Com raras exceções, quem vem fazer uma pós-graduação aqui usa o curso como um trampolim de imigração. Quase ninguém tem a intenção de voltar", conta Deborah Manzotti, da Consultoria Portugal. O país europeu acaba sendo muito procurado por oferecer algumas facilidades burocráticas, para além do idioma. "Quem tem OAB no Brasil consegue fazer uma validação na Ordem de Portugal e atuar aqui", cita. No caso de fazer a graduação em universidades portuguesas, há muitas que aceitam a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como prova de entrada para a licenciatura.

O custo de vida, um dos menores da Europa ocidental, e o baixo valor dos cursos são outros fatores de atração para as terras lusitanas. Os valores cobrados pelas instituições de ensino, chamados de propina, giram em torno de 3 mil euros ao ano. "As anuidades mais caras são de 7 mil euros", afirma Deborah.

No país vizinho, os mestrados também são uma forma de os brasileiros terem as portas abertas para empregos em suas áreas de formação. “Na Espanha, as pessoas confiam muito no que elas já conhecem. Se você chega aqui com um diploma da USP (Universidade de São Paulo) ou de uma instituição sem prestígio não faz diferença porque eles não conhecem nenhuma delas”, comenta Renata Barbalho, da consultoria Espanha Fácil. Assim, quem deseja trabalhar na sua área, acaba optando por fazer uma maestria. “Tem muitas pessoas que vem acompanhar o marido ou a mulher numa transferência de trabalho, mas para eles também se posicionarem bem no mercado, acabam optando por fazer a maestria aqui.”

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França: Destaque para Direito e Cultura

País é o quarto que mais recebe alunos estrangeiros, atrás de Estados Unidos, Reino Unido e Austrália

Luciana Alvarez, Especial para O Estado

26 de fevereiro de 2019 | 03h00

Com desejo de mudar o foco de sua atuação do direito empresarial para direito público, Victor Cavalcante decidiu fazer uma pós-graduação na França. “Fazia mais sentido vir para cá porque é um lugar que tem esse ramo do Direito mais desenvolvido, diferente dos países anglófonos, conhecidos pelo direito privado”, explica o advogado, no primeiro ano do mestrado. A cultura francesa também contou. “Os franceses são referência para o mundo todo em Filosofia, Ciências Sociais e Políticas.” 

Mesmo restringindo a procura para dentro da França, havia várias instituições com programas de mestrado atraentes. “Pelo menos cinco universidades me interessavam. Para escolher bem é preciso ler a ficha de apresentação de cada uma, que traz o tipo de aula, que disciplinas oferece, para que emprego é voltada. Também procurei rankings de consultorias independentes”, diz Cavalcante, que ficou na Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne.

“Apenas na cidade de Paris, há 13 universidades públicas”, lembra Pauline Charoki, cofundadora do Instituto de Estudos Franceses e Europeus de São Paulo (Ifesp), que presta consultorias para intercâmbio e dá aulas de francês. Embora cada instituição tenha autonomia para definir seus critérios, uma facilidade para estudar no país é que as principais escolas realizam seus procedimentos de seleção por meio de uma única plataforma online. Chamada Campus France (campusfrance.org), ela é uma agência governamental ligada aos ministérios da Educação e das Relações Exteriores. 

O país é o quarto que mais recebe alunos estrangeiros, atrás de Estados Unidos, Reino Unido e Austrália. “A França atrai para áreas como Relações Internacionais, Ciências Políticas e Sociais, Direito, Letras, e tudo o que é ligado à cultura”, afirma Pauline. Mas ressalta que o país também tem instituições de referência em setores como Engenharia e Medicina. “O governo oferece muitas bolsas em Saúde.” Para quem não é francês, o valor da anuidade de um mestrado em uma instituição pública (sem bolsas) será de cerca de ¤ 4 mil (R$ 17 mil) no próximo ano letivo.

Depois do desafio da escolha da instituição e da candidatura - Cavalcante contou com a ajuda da consultoria do Ifesp - , o advogado está focado nos desafios do padrão francês de ensino. “É preciso uma adaptação às formas de escrever que eles exigem. É bem diferente do Brasil, é mais profundo.” O esforço, acredita ele, vai valer a pena. “É de fato um ensino de excelência. Vou voltar para o Brasil muito bem preparado.”

Estrutura. O primeiro ano de mestrado na França (M1) é de conhecimentos gerais. No segundo (M2), mais específico, deve-se escolher entre as vias profissional e pesquisa. Como a graduação no Brasil tem duração superior à da França, os brasileiros podem se candidatar diretamente ao segundo ano. Mas o processo de ingresso no M2 é mais rigoroso do que no M1. 

Bolsas para estudar na França

Há cerca de 200 programas de bolsa para estudantes que pretendem fazer graduação, mestrado ou doutorado na França. Para cursos com início em setembro de 2019, três estão com vagas abertas:

Université Paris-Saclay: Com duração de um ou dois anos, as bolsas são válidas para programas de mestrado, em francês ou inglês. A universidade, que reúne diversas áreas do conhecimento, inclui 19 instituições francesas. O valor anual é de 10 mil euros e cobre até 1 mil euros de despesas com viagem e visto. Até 13 de maio. Informações aqui

Bolsa Victor Hugo: Bolsa de 12 meses para cursos da Université de Franche Comté inclui taxa de matrícula, acomodação em residência estudantil e duas refeições diárias no restaurante universitário, além de curso intensivo de francês em julho e agosto. Até 1º/3. Informações aqui

Master IDEX - Grenoble: Cobre mestrados na École Nationale Supérieure d’Architecture de Grenoble (ENSAG), no Institut Polytéchnique de Grenoble (INP), no Sciences Po Grenoble ou na Université Grenoble Alpes (UGA). Com valor anual de 8 mil euros, dura um ou dois anos — ou 5 mil anual, caso o aluno faça estágio remunerado. Até junho, com diferentes prazos. Informações aqui

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Na Alemanha e na Holanda, cursos em inglês

Mestrados nos dois países começam a entrar no radar dos candidatos brasileiros

Luciana Alvarez, Especial para O Estado

26 de fevereiro de 2019 | 03h00

A Holanda é um país bem organizado, seguro, com ótimas instituições de ensino. Mas é um destino de estudo que poucas vezes passa pela cabeça de quem quer estudar na Europa, por causa do idioma. No entanto, o país tem oferecido uma quantidade cada vez maior de mestrados totalmente em inglês e, assim, começa a entrar no radar dos candidatos brasileiros. “Oferecer cursos em inglês é uma tendência na Europa inteira. Os países nórdicos e a Alemanha já fazem bastante isso. Internamente há até certo conflito, se é desejável que o inglês tome tanto espaço do idioma local”, afirma Leonardo Trench, diretor da consultoria Grade Up.

De fato, a Alemanha oferece muitos cursos do ensino superior 100% em inglês desde a graduação até o doutorado (é possível ver a lista no site www.daad.de, com informação também em inglês). Lá, outra vantagem é que o visto de estudante permite trabalho em tempo parcial. Como nos demais países europeus, os mestrados duram em geral dois anos e são divididos em dois tipos, um chamado específico (para quem busca pesquisa acadêmica) e outro abrangente, focado na preparação para a vida profissional. 

Ainda que se opte por um curso totalmente em inglês, quem vai morar em país com um idioma diferente deve se esforçar para aprender o básico da língua local, como forma de conseguir se integrar melhor à sociedade. “Imagina chegar numa roda de amigos depois da aula. Ninguém vai conversar em inglês. Sem falar o idioma local, o estrangeiro tem certas perdas.” Afinal, ao estudar fora, a ideia é ir além dos conhecimentos acadêmicos e viver outra cultura.

EUA: campeões em alunos estrangeiros

Os Estados Unidos continuam sendo o país campeão em atrair estudantes estrangeiros. No caso dos brasileiros, mesmo com a taxa cambial desfavorável, entre 2017 e 2018 o número de alunos lá cresceu 11,7%, segundo relatório do Institute of International Education. No ranking dos países com mais estudantes em instituições de ensino americanas, o Brasil está em décimo. 

“Apesar da política anti-imigração do presidente Trump, na prática, nada mudou para quem busca um visto de estudante”, afirma Leonardo Trench, da consultoria Grade UP. “As universidades americanas têm um apelo forte pela qualidade e também porque os Estados Unidos são a principal influência cultural no Brasil.” 

De fato, são referência em qualidade. No ranking de 2019 da Quacquarelli Symonds (QS), que avalia mais de mil universidades em 85 países, das cinco primeiras posições, quatro são americanas. Na lista organizada pela Times Higher Education, concorrente da QS, a hegemonia se mantém: entre as cinco no topo, três estão nos Estados Unidos.

AS CINCO MELHORES AMERICANAS

O modelo de ensino americano não contempla especializações similares às brasileiras. Além de mestrados e doutorados, o que há de pós são cursos de extensão, muitas vezes de menos de um ano. Veja as cinco melhores universidades americanas em 2019 pela QS - o ranking inclui a universidade como um todo, não avalia apenas pós:

1. MIT

O Massachusetts Institute of Technology permanece no topo da lista há sete anos consecutivos. Contribui para a isso o fato de ser a líder mundial de citações acadêmicas e se destacar nos indicadores de internacionalização.

2. Stanford

É renomada sobretudo em relação a empreendedorismo e negócios. Entre seus ex-alunos estão fundadores de empresas como Netflix, YouTube, WhatsApp e Google.

3. Harvard

É a mais antiga universidade americana (de 1636) e muito respeitada em praticamente todos os campos, como Direito, Negócios e Medicina.

4. Caltech

O California Institute of Technology é renomado em Tecnologia. É a menor das universidades no top 10 do ranking.

5. Universidade de Chicago

Fundada em 1890, é reconhecida pelo desempenho em pesquisas, com boa reputação entre acadêmicos.

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