Academia Santander
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Universidade corporativa cria cultura organizacional

Ferramenta é essencial para alinhar entre os colaboradores conceitos como missão, visão e valores de uma companhia

Vanessa Fajardo, especial para o Estadão

20 de junho de 2022 | 05h00

A questão da governança corporativa é tão importante que as próprias organizações têm criado as chamadas “universidades corporativas”, com foco na formação dos seus colaboradores. A prática não é tão recente – no Brasil algumas iniciativas datam dos anos 1960 –, mas o número tem crescido na medida em que cresce a importância do conceito de uma “cultura organizacional”.

No contexto do ESG, uma universidade corporativa é uma ferramenta importante para alinhar entre os colaboradores conceitos como missão, visão e valores de uma companhia. São cursos de curta duração e em horários flexíveis para que os colaboradores possam aliar os estudos com as suas rotinas produtivas.

No Brasil, algumas bem conhecidas e bem-sucedidas iniciativas são a Universidade Ambev, a Universidade Petrobras, e a Universidade Corporativa Sebrae. O segmento bancário também tem tradição no formato, como se observa com a Universidade Corporativa da Caixa Econômica Federal, UniBB (Universidade do Banco do Brasil) e Academia Santander. 

“O grande objetivo das nossas ações de aprendizagem sempre será contribuir para que nossos profissionais se desenvolvam constantemente e, assim, possam nos ajudar a repensar constantemente o jeito de ser e de fazer negócios, sempre com foco na satisfação de nossos clientes e na obtenção de resultados sustentáveis”, diz Carolina Learth, Líder de Sustentabilidade do Banco Santander.

Consumo consciente 

Dentre o cardápio de cerca de 3 mil cursos, estão 15 opções dentro da temática do ESG, como economia circular, consumo consciente e iniciativas para cada um dos pilares da sigla. “Temos um plano de Cultura ESG, que se propõe a fortalecer o pilar ESG dentro da cultura corporativa do Santander, tornando-o parte do dia a dia das pessoas. Para isso, trabalhamos em três frentes: comunicação, engajamento e educação”, afirma Carolina.

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