Unicamp tem 5,95% de abstenção; saúde é tema de redação

Prova teve ainda 12 questões de matemática, física, química, biologia, história e geografia; veja correção

18 de novembro de 2007 | 18h52

O vestibular 2008 que a Universidade Estadual de Campinas realizou neste domingo, 18, em 25 cidades do País teve 5,95% de abstenções, pouco mais que os 5,56% registrados no ano anterior. A Comissão de Vestibular (Comvest) divulgou a prova (veja aqui) e saúde foi o tema da redação desta primeira fase, com ênfase na saúde pública.   Veja também:   Correção da prova da Unicamp pelo Objetivo Veja aqui a íntegra da prova   Além da redação, os vestibulandos responderam a 12 questões discursivas de matemática, física, química, biologia, história e geografia. O exame é formado por 24 itens - cada uma das questões vale quatro pontos - e a redação, 48. O candidato, para seguir para a próxima etapa do vestibular, não poderá zerar em nenhuma das provas. A prova terminou às 18 horas.   Nessa edição, 49 mil candidatos concorrem a 2.954 vagas em 58 cursos da Unicamp e dois da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), no interior de São Paulo.   No dia 18 de dezembro será divulgada a lista com os convocados para a segunda fase, formada por oito provas dissertativas das disciplinas obrigatórias do ensino médio: língua portuguesa e literatura, ciências biológicas, química, história, física, geografia, matemática e inglês. O exame acontecerá entre os dias 13 e 16 de janeiro.   Novidades   Para este ano as novidades foram a redução para apenas dois itens para cada uma das perguntas e a soma da nota de conhecimentos gerais do Enem para os candidatos que não zerarem na redação.   Este ano também houve aumento no número de inscritos oriundos de escolas publicas 30% ante o 29% do ano passado, como também a isenção da taxa de inscrição que subiu de 11% para 12%.   Vestibulandos   O vestibulando André Rosas, de 18 anos, diz que não vai permitir que os veteranos de ciências biológicas lhe cortem os cabelos longos. Confiante de um bom desempenho, ela compara ser mais difícil alguém cortar seu cabelo do que passar para a segunda fase.   Liao Peng Chi, que tenta estatística, disse que é mais difícil passar no vestibular de Taiwan, sua terra natal, mas que aposta em bons resultados na Unicamp. "Te vejo na segunda fase", disse.   Já o autônomo Antonio Marcos Flôres,37 anos chegou instantes depois das 13h45 quando foi impedido de entrar. "Eu vi uma informação no site e me dirigi a outro local de prova. Eu vim correndo e estou muito frustrado", lamentou diante do prédio do Ciclo Básico, da Unicamp. Tiveram a mesma queixa Adriana Gonçalves, de 35 anos, e Carla Santa Brito, de 28 anos, que ficaram presas no trânsito e foram embora reclamando.   Assim como nas últimas edições do vestibular, o curso de Medicina foi o mais concorrido, com 79,5 candidatos por vaga. Em segundo lugar ficou Arquitetura e Urbanismo noturno (45,5) e, em terceiro, Ciências Biológicas integral (42). Medicina na Famerp está com 47,2 candidatos por vaga.   Texto atualizado às 20h53

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