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Unesp vai eliminar quem zerar Redação; Unicamp usa sistema próprio de classificação

Veja as mudanças nos vestibulares das universidades estaduais paulistas

O Estado de S.Paulo

18 Outubro 2018 | 03h00

Ao contrário do que ocorria em anos anteriores, o vestibulando que zerar uma das provas de conhecimento específico na segunda fase do vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp) será diretamente desclassificado do concurso. A nota zero na Redação também passa a eliminar o candidato, independentemente das notas que ele obtiver em outros exames. Faltar em qualquer um dos dias de prova ou tirar uma nota inferior a 20 no exame de conhecimentos gerais (primeira fase) continuam eliminando o vestibulando.

O vestibular da Unesp vai distribuir 7.365 vagas em 175 opções de cursos em 23 cidades do estado de São Paulo. Metade das vagas é distribuída por meio do Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. No ano passado, quase 56% das vagas unespianas ficaram com candidatos egressos da rede pública.

Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as principais mudanças para 2019 estão nas novas formas de ingresso na universidade. Os alunos que quiserem poderão concorrer a 20% das 3.340 vagas da Unicamp (645) por meio das notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2017 ou de 2018. A instituição estadual vai usar um sistema próprio para promover o ingresso por meio do Enem. Não usará o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O aluno poderá se inscrever com as duas notas. A Unicamp contabilizará a maior.

Em 2019, alunos que conquistaram medalhas em algumas das Olimpíadas científicas voltadas para o ensino médio, como a de Matemática ou a de Informática, poderão tentar uma das vagas na Unicamp sem fazer nenhum tipo de prova. A instituição publicará um edital em novembro com as regras e os cursos que aceitarão esse tipo de ingresso.

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