Arquivo pessoal
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Um ano depois da Fuvest

Existe (muita) vida depois do vestibular. Veja 3 histórias de quem fez Fuvest em 2010. Só André passou; Izabel viajou e Jéssica mudou a opção de curso

Cedê Silva, Especial para o Estadão.edu

24 Outubro 2011 | 22h37

Jéssica Soler, 19. Em 2009, no 3º ano, uma marca de refrigerante a convidou para palpitar sobre um comercial. Deu certo: o que  passou na TV era diferente daquele que criticou. Achou que sua praia era Publicidade. Prestou Fuvest pela segunda vez em 2010, sem sucesso. Agora vai tentar  Jornalismo. “Sempre tive uma pontinha para esse curso.” O motivo? “Gosto muito de escrever.”

 

André Koloszuk, 24. Fez Fuvest quatro vezes tentando vaga em Jornalismo. Passou em 2010, mas em  Letras. Trabalha num cursinho popular. Leva o laptop às aulas e põe Beethoven de fundo para falar de romantismo. “Percebi que gosto de explicar coisas.”  Entre seus ídolos está García Márquez, que escreveu que “a vida não passa de uma sucessão de oportunidades”.

 

Izabel Costa, 19. Reprovada em Artes Cênicas, viajou com quatro amigas para a Chapada dos Veadeiros (GO) e depois para o  Maranhão. Foi para o cursinho, largou, trabalhou como gerente na ‘guest house’ de uma fotógrafa, juntou dinheiro e no meio do ano levou o namorado para uma  viagem por Bolívia e Peru. “Voltei mais forte.” Vai prestar Fuvest para Audiovisual.

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