Três grandes universidades de SP podem parar

Os professores e funcionários das faculdades públicas de São Paulo e do Centro Paula Souza aprovaram um indicativo de greve (espécie de pré-aprovação) por tempo indeterminado a partir da próxima quinta-feira, dia 8, para pressionar o governo a repor perdas salariais e ampliar as verbas destinadas às instituições. A paralisação foi definida anteontem e tem apoio dos alunos.A sinalização de greve por tempo indeterminado foi aprovada em assembléia por representantes da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). De acordo com as entidades envolvidas, mais de 8 mil professores e 30 mil funcionários devem cruzar os braços.Para o Sindicato dos Trabalhadores da USP (SintUSP), a questão salarial está vinculada às verbas destinadas pelo governo às universidades. "A faculdade incorporou outras unidades, como a USP Leste e a Faculdade de Engenharia Química de Lorena (Faenquil), e os recursos não aumentaram. Isso está causando problemas para todos nós", justificou um dos diretores da entidade sindical, Magno de Carvalho.

Agencia Estado,

02 de junho de 2006 | 15h25

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