Transformação radical
Conteúdo Patrocinado

Transformação radical

Maior necessidade de recursos virtuais no cenário pandêmico traz desafios e possibilidades de abrangência para ensino superior em 2021

Media Lab Estadão, O Estado de S.Paulo
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

31 de janeiro de 2021 | 08h00

Nenhum gestor ou pesquisador da área de educação superior discute que a convivência acadêmica entre alunos e professores é um dos pilares de uma educação de qualidade, seja do ponto de vista formal ou mesmo para a consolidação das chamadas competências extracurriculares, cada vez mais valorizadas pelo mercado. Diante disso, a pandemia forçou as instituições públicas e privadas a acelerar processos que já estavam em curso na questão do ensino remoto. Mesmo assim, não foi fácil. Nas públicas, por exemplo, alunos de baixa renda não tinham nem computadores e muito menos acesso à internet.

Como o primeiro semestre de 2021 ainda estará totalmente marcado pelo coronavírus – e tudo indica que no segundo também não haverá muitas diferenças –, as incertezas ainda pautam a programação e o cronograma das instituições de ensino superior. Mesmo assim, um legado a favor da tecnologia, do ensino híbrido de qualidade e, principalmente, de currículos que dialoguem mais com a realidade é algo que já está sedimentado por tudo o que se viveu em 2020.

Veja outras matérias sobre o tema: 

Universidades públicas preparam acolhimento virtual

Crise impede definição de retomada das atividades didáticas presenciais para os calouros


Aulas remotas exigem inclusão digital e apoio ao aluno

Instituições buscam oferecer acesso à internet para os estudantes carentes


Mudança pauta as universidades privadas

Em um primeiro momento, calouros não terão contato com a algazarra típica dos campi


Cursos superiores entram em revisão

Mudanças incluem não só o conteúdo das aulas e a estrutura do currículo, mas também a participação ativa dos alunos nos ensinos e práticas


Ensino a distância ganha prestígio

Antes da pandemia, o EaD era considerado um “plano B”, menos eficaz que as aulas presenciais


Alteração na rotina dos estudantes veio para ficar

Entre erros e acertos, professores e alunos tentam se reconectar


Ensino Híbrido não é o que parece

Entenda o perfil da modalidade que tem ganhado espaço nos cursos universitários


‘O Enen precisa ser Modificado, há um equívoco nesse formato’

Entrevista Simon Schwartzman, sociólogo

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.