Termina sem consenso reunião para negociar fim da greve na USP

Conselho de reitores não teria aceitado negociar pauta de reivindicações dos trabalhadores da USP

Luciana Alvarez e Carolina Stanisci, O Estado de S.Paulo e Estadão.edu

11 de maio de 2010 | 18h10

Terminou sem consenso a primeira reunião entre o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas e o Fórum das Seis (entidades representativas das três universidades paulistas) para negociar o fim da greve dos funcionários da Universidade de São Paulo.

 

Segundo apurou a reportagem de O Estado, o Cruesp não aceitou negociar nenhum termo da pauta de reivindicações do Sindicato de Trabalhadores da USP (Sintusp). A categoria pede 6% de reajuste, para se equiparar ao que já foi dado aos professores da USP, aumento salarial de 16% e mais R$ 200 incorporados ao salário-base.

 

O Cruesp divulgou que concedeu reajuste salarial de 6,57% para docentes e servidores das universidades estaduais paulistas, mas a categoria não aceitou.

 

Nesta quarta-feira, funcionários da USP vão se reunir em assembleia para definir se continuam a greve que começou no dia 5. Quatro restaurantes - do Instituto de Física, do Instituto de Química, da atual Coordenadoria do câmpus e do Crusp - estão sem serviço. A linha de ônibus da Cidade Universitária não está circulando e algumas bibliotecas, como a da Escola de Comunicações e Artes (ECA), e o prédio central da ECA estão fechados.

 

Segundo a reitoria da USP, os outros serviços estão normais. Funcionários da Unicamp e da Unesp também anunciaram nesta terça que vão fazer assembleia amanhã para decidir se aderem à greve.

 

Atualizado às 19h38.

 

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