Sisu já recebeu 437 mil inscrições; problemas foram resolvidos

Internautas reclamam de lentidão no site do Sisu; MEC diz que problemas foram solucionados

Paulo Saldaña, Especial para o Estadão.edu

01 Fevereiro 2010 | 15h54

Chegou a 437 mil o número de inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) até as 15h desta segunda-feira. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o sistema funciona normalmente desde ontem. As inscrições ocorrem das 6h às 23h59, e seguem até quarta-feira (3).   O sistema criado para estudantes se candidatarem a uma das 47.913 vagas em universidades federais por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) enfrentou problemas. Desde o dia 29, quando entrou no ar, muitos estudantes não conseguiram acessar o portal na internet. No domingo, o serviço de atendimento do MEC recebeu mais de 7,6 mil ligações. Mas, no sábado, esse número caiu para 3,7 mil, segundo ministério.   Leia mais:  Sisu sai do ar antes do horário divulgado  MEC não vai prorrogar prazo para inscrições  Sisu não tem ouvidoria para reclamação  Envie suas dúvidas sobre o Sisu   Apesar dos problemas, o MEC já informou que não prorrogará o prazo. A expectativa é que todos consigam se inscrever.   O Enem foi realizado por cerca de 2,5 milhões de estudantes, mas nem todos se cadastrarão no Sisu - é o caso, por exemplo, de quem usará a nota para uma vaga no ProUni ou para certificação de ensino médio.   O site para de funcionar entre meia-noite e 5h59 para que as listagens provisórias de aprovados sejam fechadas a cada dia e a nota de corte de cada curso, calculada.   Quem foi aprovado na primeira etapa não poderá concorrer nas seguintes. A segunda e a terceira etapa são apenas para quem não conseguiu nenhuma vaga. Mas é necessário ter atenção: a primeira etapa vai até a meia-noite de quarta-feira e a aprovação só estará garantida se o aluno estiver na lista do curso selecionado nesta data, porque as listas podem mudar diariamente.   Quem está cadastrado no Sisu e não for selecionado pode também concorrer a bolsa em instituição particular pelo Programa Universidade para Todos (ProUni). No entanto, o estudante que concorrer ao ProUni precisa ter as condições socioeconômicas exigidas – como renda per capita familiar de até três salários mínimos e ter estudado em escola pública.

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