Renda pode limitar Ciência Sem Fronteiras

Dilma fez um balanço do programa neste domingo, 14; segundo ela, governo vai conceder 15 mil bolsas neste ano e atingir a sua meta 

FÁBIO BRANDT, O Estado de S. Paulo

15 Setembro 2014 | 02h01

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff (PT) fez neste domingo, 14, um balanço do programa Ciência Sem Fronteiras, no Palácio do Alvorada, e afirmou que um critério a ser usado no futuro para participação no programa poderá ser o de renda.

O programa, de acordo com o próprio site do governo, busca promover consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira, por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional.

Dilma enfatizou que o governo vai conceder 15 mil bolsas neste ano e atingir a sua meta. O projeto prevê a utilização de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior. Atualmente, Estados Unidos, Reino Unido e Canadá são os países mais procurados no Ciência Sem Fronteiras.

Reivindicações. Como o Estado mostrou em julho, para a segunda fase do programa, as instituições de ensino anunciaram que querem mais voz na escolha dos destinos dos intercambistas para consolidar parcerias estratégicas e internacionalização. A nova etapa do programa, anunciada pelo governo federal em junho, vale para o período entre 2015 e 2018.

Outro passo necessário, de acordo com especialistas, é ampliar o controle sobre o desempenho dos bolsistas. Na primeira edição, acordos com universidades estrangeiras e editais de convocação ficaram a cargo das agências federais de fomento.

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