Relembre as falhas no Programa Ciência sem Fronteiras

Atrasos no pagamento de bolsas, problemas com a qualidade das universidades conveniadas a dificuldades de candidatos com idioma marcaram programa de internacionalização do MEC

O Estado de S. Paulo

09 Abril 2014 | 16h04

Com o objetivo de mandar 101 mil estudantes e pesquisadores para universidades do exterior até 2015, o programa Ciência sem Fronteiras foi umas das principais aposta do governo federal para incentivar a internacionalização da educação brasileira. O programa, entretanto, passou por uma série de tropeços, desde atrasos no pagamento de bolsas, problemas com a qualidade das universidades conveniadas a dificuldades de candidatos com idioma.

Conforme o Estado de S. Paulo revelou nesta quarta-feira, dia 9, o governo começou a convocar de volta ao Brasil bolsistas que nem sequer começaram a exercer atividade na universidade estrangeira. Veja algumas notícias sobre o programa, lançado em 2011:

Ciência sem Fronteiras atrasa repasse de bolsa a todos os pesquisadores

Ciência Sem Fronteiras suspende bolsa de 25 alunos

Dilma cobra explicações sobre a não renovação de bolsas

Programa é criticado em encontro da SBPC

Ciência sem Fronteiras exclui pelo menos 24 cursos de novo edital

Governo reduz exigência de idiomas

Bolsistas fazem curso pior em Portugal

Capes oferece a alunos transferência de país

Portugal é suspenso do Ciência sem Fronteiras

'Não é verdade que estudantes brasileiros tenham dificuldade com língua estrangeira', diz Mercadante

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