Reitor apóia controle mas pede expansão do ensino

O reitor da Universidade Castelo Branco e ex-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Paulo Alcântara, apoiou a decisão do Ministério da Educação de restringir a autorização para abertura de novas faculdades. Ele defende, porém, que seja mantida uma ?expansão equilibrada? do ensino superior privado.?O porcentual de estudantes brasileiros com ensino superior é inferior ao de países menos desenvolvidos, como o Equador. Ao proibir a expansão do ensino privado, o Brasil corre o risco de não atender às necessidades de desenvolvimento no futuro. Por outro lado, é claro que a expansão deve ser regulada?, disse Alcântara, que foi presidente do Conselho de Reitores das Universidade Brasileiras até maio.?A proposta do ministro parece boa, quer permitir uma expansão com critérios. O que se tem que fazer é criar critérios que contemplem as necessidades de desenvolvimento local. Apóio desde que se consiga assegurar uma expansão equilibrada, com presença um pouco maior do setor público, mas reconhecendo que o setor privado tem dado uma contribuição que não pode ser considerada secundária.?A Universidade Castelo Branco tem cerca de 9 mil alunos. Alcântara foi reitor da UFRJ de 1994 a 1998.

Agencia Estado,

20 de agosto de 2004 | 16h23

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