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'Rapidez virtual pode melhorar nível dos debates', diz vice-presidente de Educação da Microsoft

Para Anthony Salcito, um dos principais desafios hoje é fazer com que os professores não vejam mais aparelhos como vilões, mas aliados na aula

Victor Vieira, Estadão.edu

25 Fevereiro 2014 | 22h05

Vice-presidente da divisão de Educação da Microsoft, o americano Anthony Salcito reconhece que a tecnologia transformou as chances de acesso ao conhecimento fora da escola. Um dos principais desafios hoje, para ele, é fazer com que os professores não vejam mais aparelhos como vilões, mas aliados dentro da sala de aula.

Quais são as melhores formas de aproveitar a tecnologia na educação?

Muitas vezes a conversa sobre tecnologia na sala de aula parece terminar nela mesma. Apenas fornecem computadores para ajudar professores nas aulas e alunos a aprenderem. O mais importante, entretanto, é iniciar com perguntas, não com respostas.

O que esperamos conquistar? Qual é a dinâmica desses estudantes? Quais as reais necessidades daquele professor?

Como a tecnologia mudou o papel do professor? Não adianta competir com a realidade digital, é preciso usá-la a seu favor. A aprendizagem necessária não é como operar os dispositivos – softwares ou mídias –, mas por que aplicá-los para ensinar diferente. O professor agora deve usar os dispositivos para apoiar o estudante na busca pelo conhecimento, dentro e fora da escola, promovendo discussões e diálogos ainda mais profundos. Recentemente as tendências tecnológicas têm chegado mais rápido às salas porque o apetite cresceu e a distribuição de dispositivos ficou mais fácil.

Nos últimos anos, como o Brasil avançou no uso de tecnologias na educação?

O desenvolvimento socioeconômico contribuiu nas transformações, principalmente de infraestrutura das escolas. Há boas e inovadoras experiências em diversas partes do País, porém é preciso que os educadores se comuniquem e partilhem mais informações. Outro caminho importante é dar voz aos alunos e descobrir o que desejam.

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