Programa junta guardas e professores contra violência na escola

Apesar do reforço na segurança, boa parte das 840 escolas municipais na cidade de São Paulo continua sendo palco de transgressões, como brigas, vandalismo, ameaças aos alunos, roubo de equipamentos e venda de drogas bem perto dos portões. Os guardas civis metropolitanos, a postos nos portões, ou são tratados com descaso pelos estudantes ou não têm o apoio dos diretores.Agora, juntos, todos irão investir na melhora do relacionamento para conseguir mais segurança. Um projeto da Secretaria da Segurança Urbana, com cursos para os guardas municipais e seminários para diretores e professores, tenta harmonizar uma relação nem sempre amistosa e, com isso, inibir delitos e aumentar a qualidade de vida dos alunos."Parte dos guardas se sentia inútil, como estátuas paradas nos portões. E outros eram usados para fazer serviços de office-boy ou de guardador de carros", diz a socióloga Maria Stela Santos Graciani, coordenadora do Núcleo de Trabalhos Comunitários da PUC.Um ano atrás, logo depois de assumir a Secretaria de Segurança Urbana, Benedito Domingos Mariano convidou a professora Maria Stela para implantar o projeto Observatório Popular e, também, para reformular o currículo do curso de formação da Guarda Civil Metropolitana (GCM).Hoje, o projeto, em parceria com a Secretaria Municipal da Educação, está sendo colocado em prática. Guardas, diretores e professores apontaram seus seus problemas e, agora, trabalharão juntos, para integrar a comunidade escolar.Estão participando cerca de 2.400 guardas municipais, do total de 5.100 que trabalham nas escolas municipais.Clique para ler mais no

Agencia Estado,

13 de outubro de 2003 | 12h52

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