Programa internacional convida universitários brasileiros para pensar desafios do futuro
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Programa internacional convida universitários brasileiros para pensar desafios do futuro

Parceria entre Instituto Mauá de Tecnologia e Academia Nacional de Engenharia dos EUA foca em grandes temas do século 21 e amplia leque de competências nos cursos de graduação

Instituto Mauá de Tecnologia, Estadão Blue Studio
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26 de outubro de 2021 | 08h00

Os desafios do mercado de trabalho vêm aumentando em todo o mundo em uma escala inimaginável, fazendo ser cada vez mais imperativo formar profissionais capazes de propor soluções não apenas para o cenário local, mas que ajudem a resolver também os grandes desafios globais da humanidade.

Para debater o papel das instituições de ensino superior nessa formação, o Estadão Blue Studio realizou, na última quinta-feira (21), uma transmissão ao vivo com a presença de um especialista no tema, professor doutor Joseph Youssif Saab Junior, engenheiro mecânico e coordenador do Programa de Grandes Desafios para Estudantes (GCSP, sigla do inglês Grand Challenges Scholars Program), do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT).

Durante o encontro, o professor do IMT conversou com a jornalista Michelle Trombelli sobre como a busca de propostas para aspectos complexos relacionados à sustentabilidade, à saúde, à segurança digital e ao bem-estar tem permeado os cursos de graduação oferecidos pela instituição. “Nossa estratégia é preparar os estudantes para que eles possam, quando estiverem formados, não apenas identificar os problemas, mas ter as competências necessárias para fazer propostas que sobrevivam, cresçam e atinjam uma escala global, realmente ajudando a humanidade”, explicou durante o evento.

De acordo com Joseph, o IMT é a única instituição de ensino superior privada no Brasil a oferecer essa abordagem de ensino, em parceria com a Academia Nacional de Engenharia dos Estados Unidos (NAE, na sigla em inglês), adotando como foco as competências indicadas no GCSP daquela entidade para oferecer no Brasil. O GCSP amplia a formação dos estudantes visando questões de escala mundial. “Jovens preparados para pensar de forma global nos problemas, analisando várias perspectivas e considerando as diferenças que existem entre as pessoas, tendem a apresentar soluções mais robustas do que as que vêm sendo adotadas no Brasil e no mundo hoje”, defende.

Em 2020, a instituição se tornou a 18a fora dos EUA a fazer parte do programa e foi a única do mundo a expandir a proposta para todos os cursos de graduação nas áreas de Engenharia, Administração e Design. “Os alunos acabam desenvolvendo a mentalidade de que não basta estudar para criar um produto tecnicamente viável (Engenharia). O produto tem que ter responsabilidade social, viabilidade econômica, ser sustentável (Administração) e despertar o interesse do mercado (Design). Esse é o tripé da inovação que a gente investe no Instituto”, explica.

Competências do século 21

Além de proporcionar um debate amplo sobre temas complexos, o programa ajuda a desenvolver competências consideradas prioritárias na formação dos futuros profissionais. “Competência é um conceito bastante amplo. Envolve conhecimentos teóricos, mas também envolve habilidades e atitudes frente aos problemas”, diz o coordenador do programa no IMT.

Dentre os exemplos, ele destacou a importância da competência técnica, que tem sido desenvolvida no programa a partir da escolha do estudante de uma trilha de formação que irá se organizar e dar sentido à sua graduação. Em seguida, apontou a necessidade da multidisciplinaridade, que permite ao futuro profissional observar um problema de várias perspectivas diferentes para propor uma solução robusta. “Os problemas hoje são baseados em sistemas complexos, e não adianta propor uma solução única que atenda apenas uma dessas facetas, porque ela não será suficiente.”

A terceira competência incentivada no programa internacional é o empreendedorismo pautado na inovação. “Você pode ter uma porção de ideias novas, mas não significa que isso seja inovação. Inovação é quando o indivíduo tem competência de transformar ideias em produtos ou serviços viáveis, tanto no setor público quanto no privado ou no terceiro setor”, detalha o coordenador. 

Nesse sentido, Joseph ressalta ainda a importância de criar um ambiente universitário que permita aos alunos avaliar e assumir riscos em seus projetos visando ao aprendizado, para que no futuro eles possam experienciar essas atitudes no mercado de trabalho. “Mostramos aos alunos que uma solução precisa ser escalável para resolver um problema de ordem global. Você tem que correr riscos durante o crescimento do seu empreendimento.”

Por fim, o coordenador falou sobre a multiculturalidade da proposta, que aborda em profundidade a interdependência cada vez maior entre os povos de diferentes culturas na busca de soluções dentro das quatro grandes áreas que englobam os Desafios Globais da NAE: sustentabilidade, segurança, saúde e alegria de viver. “Isso pode ser desenvolvido tanto por experiências locais como por experiências internacionais. No caso do IMT, fazemos parcerias com organizações não governamentais (ONGs) locais e com universidades em todo o mundo que fazem parte do networking do GCSP-NAE.”

Essa multiculturalidade também está presente em todos os materiais usados no programa, já que as atividades são realizadas em inglês e com a mentoria de um professor do curso durante todo o programa, que é inteiramente gratuito para os alunos do IMT. Ao todo, o IMT abre 20 vagas por ano no GCSP, que ainda oferece bolsas de estudos e uma ampla possibilidade de networking internacional aos estudantes. O programa é customizado para cada estudante admitido, e a sua montagem é feita a partir de um amplo cardápio de atividades curriculares e extracurriculares oferecidas pelo IMT, incluindo mais de 200 opções de Projetos e Atividades Especiais (PAEs).

Para saber mais, acesse o site do GCSP do Instituto Mauá de Tecnologia.

Assista à live na integra:


 

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