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Professores do município de SP decidem manter greve

Eles protestam contra alterações no regime de previdência complementar que deve ser votado pela Assembleia Legislativa

Sara Abdo, O Estado de S.Paulo

09 Março 2018 | 05h27

SÃO PAULO - Professores e servidores da educação da rede municipal de São Paulo decidiram nesta quinta-feira, 8, manter paralisadas as atividades até o próximo dia 15. Eles protestam contra o aumento da contribuição um sistema de previdência complementar que vai impor maior contribuição por parte dos servidores do município.

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O Projeto de Lei 621/2016, proposto pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT), propõe a elevação da contribuição previdenciária de 11% para 14%, além da instituição da contribuição suplementar, com descontos de 1% a 5%, dependendo do salário do servidor, segundo o nota divulgada pelo Sindicato dos Profissionais em Educação do Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem)

Para Cláudio Fonseca, vereador pelo  Partido Popular Socialista (PPS) e presidente do Sindicato, a medida é um confisco ao salário dos funcionarios da classe. "Não podemos aceitar os argumentos do governo de que, para cobrir um suposto déficit da Previdência, é preciso aumentar a contribuição para o Iprem e ainda criar uma contribuição suplementar".

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Segundo informou a rádio CBN, algumas escolas na região central de São Paulo não funcionaram. Os pais e alunos de escolas infantis e de ensino fundalmental teriam sido avisados com antecedência sobre a paralização.  

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A nota do sindicato afirma que o PL deve ser votado entre os dias 20 e 23 de março e a segunda entre os dias 26 e 28 de março, mas a agenda não está registrada no site da Câmara

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