Professores de federais avaliam gratificação fixa

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições Federais do Ensino Superior (Andes) levará aos representantes dos ministérios da Educação e do Planejamento, na próxima quarta-feira, sua resposta à nova proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo. A proposta extingue a Gratificação de Estímulo à Docência (GED) e institui gratificação fixa.Os professores das federais estão há mais de dez anos sem reajuste salarial. Segundo a Agência Brasil, se aprovada a proposta, os professores adjuntos com dedicação exclusiva e com doutorado, da ativa, poderão teraumento de 15,71% a 17,08%, e os aposentados, de 32,92% a 36,27%.A proposta prevê ainda que todos os professores com dedicação exclusiva que tenham doutorado passarão a ter uma gratificação fixa de R$ 2.222,88 mensais, independentemente de serem titulares, adjuntos, assistentes ou auxiliares.O mestrado garantiria uma gratificação de R$ 1.212,44; especialização e aperfeiçoamento, R$ 683,45; e apenas a graduação teria gratificação fixa de R$ 533,45. Os valores serão retroativos a 1º de maio.A presidente do Andes, Marina Barbosa, afirmou à Agência Brasil que a proposta contempla a reivindicação da categoria de isonomia entre ativos e aposentados e será avaliada nasassembléias até terça-feira em todo o País.

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