Priscila Mengue / Estadão
Priscila Mengue / Estadão

Portões do Enem abrem ao meio-dia com segurança reforçada

Para a edição deste ano, haverá 67 mil detectores de metal, um para cada 100 participantes. Os candidatos serão vistoriados na entrada e na saída dos banheiros de todos os 13.632 locais de prova

Marina Dayrell, Especial para o Estado

05 Novembro 2017 | 12h01

O Enem deste ano promete ser o mais reforçado da história do exame. Serão utilizados detectores de metal em todos os locais de prova, além de detectores de pontos eletrônicos e de provas nominais.

Para a edição deste ano, haverá 67 mil detectores de metal, um para cada 100 participantes. Os candidatos serão vistoriados na entrada e na saída dos banheiros de todos os 13.632 locais de prova.

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Outra novidade serão os detectores de ponto eletrônico, que são capazes de encontrar os aparelhos de transmissão por sinal de banda larga, radiofrequência, wi-fi e bluetooth. Segundo o ministro Educação,  José Mendonça Filho, os equipamentos serão utilizados de forma experimental em alguns locais de prova, que não foram revelados previamente. “O importante é que os candidatos saibam que, se utilizarem o ponto eletrônico para fraudar a prova, serão pegos”, disse no início de outubro.

Pela primeira vez a prova será personalizada. Os cadernos de questões e as folha de resposta terão o nome e o número de inscrição do participante. A medida também visa coibir possíveis fraudes no exame.

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