Por dentro das escolas na volta às aulas: veja as mudanças e medidas de segurança

Seguindo protocolos sanitários contra o novo coronavírus, estudantes comemoram retorno após dez meses de ensino remoto por causa da pandemia

Iolanda Paz, O Estado de S. Paulo

02 de fevereiro de 2021 | 16h45

A Prefeitura de São Paulo autorizou, a partir do dia 1º de fevereiro, a volta às aulas presenciais nas escolas particulares da cidade, da educação infantil ao ensino médio. No Colégio Rio Branco, em Higienópolis, os protocolos sanitários adotados contra a covid-19 foram recomendados pelo Hospital Sírio Libanês. Dentre eles, termômetros na entrada, sinalizações para garantir distanciamento social e álcool em gel nos corredores. Ao Estadão, alunos do 1º ano do Ensino Médio contaram que ficaram felizes com a volta, depois de dez meses de ensino remoto por causa da pandemia.

Na rede estadual, o retorno está previsto para a próxima segunda-feira, dia 8; na rede municipal, para 15 de fevereiro. Pela determinação do governo João Doria (PSDB), nas fases vermelha e laranja do plano de flexibilização da quarentena, as escolas podem funcionar com apenas 35% dos estudantes. Na fase amarela, os colégios vão poder funcionar com 70% da sua capacidade; e na fase verde, com 100% dos seus alunos.

Para as escolas particulares, o retorno presencial é opcional, independentemente da fase em que estiver o Estado, mas o ensino remoto precisa continuar sendo oferecido. Segundo Esther Carvalho, diretora-geral do Colégio Rio Branco, cerca de 75% dos pais optaram pela volta às aulas presenciais neste primeiro momento. 

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