PM diz que ação foi 'cirúrgica', para evitar 'efeito colateral'

Major afirma que policiais se depararam com 'cenário de destruição'

Cedê Silva, especial para o Estadão.edu,

08 Novembro 2011 | 11h28

O major Marcel Soffner, porta-voz da PM, disse que a ação policial para desocupar a reitoria da USP nesta manhã foi “rápida, cirúrgica e detalhadamente planejada para evitar qualquer efeito colateral.”

Os policiais permaneceram das 5h10 às 10 horas no prédio, para fazer uma varredura. Depois, entregaram o local para a perícia. Soffner disse que, além do material explosivo apreendido (sete bombas incendiárias e 5 litros de gasolina), a PM se deparou com um “cenário de destruição.”

O policial afirmou que alguns dos alunos detidos foram algemados. Na reitoria havia 43 homens e 20 mulheres quando a PM chegou.

O major afirmou que sete alunos detidos fora do prédio faziam “uma manifestação legítima” até começarem a depredar dois veículos da polícia. Os carros foram atingidos por pedras. Um deles teve o vidro do porta-malas estourado e o outro, o vidro traseiro direito.

Soffner afirmou que a operação utilizou 400 homens. Ele disse que cabe ao comando da PM definir quantos desses policiais permanecerão no câmpus.

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