Pesquisa revela perfil do profissional que faz cursos livres à distância

Estudo da FGV divulga que maioria é mulher, solteira e com renda de até R$ 2 mil

Felipe Mortara, Especial para o Estadão.edu

07 Outubro 2010 | 20h05

Após ter quatro milhões de acessos em busca dos cursos à distância que oferece sem custo em seu site, a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulga o perfil dos profissionais que buscam os serviços online.

Com base em pesquisa com 1,1 milhão de pessoas que participaram dos cursos entre agosto de 2009 e 2010, a FGV informa que 57,4% são mulheres solteiras com idades variando entre 25 e 35 anos e renda mensal de até R$ 2 mil. O estudo mostra ainda  52,2 % possuem ensino superior completo e ocupam cargos de analista, gerente ou professor. A maioria dos acessos é feita da região Sudeste por profissionais que querem incrementar sua formação e obter atualização rápida sobre assuntos específicos.

“A educação à distância vem crescendo no Brasil, porque existe uma grande demanda por aprendizado e qualificação profissional. As pessoas estão vendo a internet como a principal ferramenta para isso. Queremos oferecer conteúdo acessível e de qualidade, além de preparar os participantes para o uso das ferramentas tecnológicas no próprio ambiente de trabalho”, ressalta o diretor-executivo do FGV Online, Stavros Xanthopoylos.

A fundação desenvolveu recentemente um novo curso de 15 horas. No “Qualidade em Serviços”, as aulas vão abordar como é o desempenho no setor de serviço e analisa modelos de gestão pela qualidade no ambiente empresarial. Ao final, os participantes recebem certificados de conclusão.

A instituição é membro do consórcio Open Course Ware Consortium (OCWC), que abriga nomes de peso como a Escola de Direito de Harvard, a Universidade da Califórnia.

Mais conteúdo sobre:
educação distância FGV

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.