Andre Lessa/AE
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Para sindicato, greve na USP 'não acaba tão cedo'

Segundo diretor do Sintusp, somente dois pontos das reivindicações já foram discutidos

AE, Agencia Estado

19 Maio 2009 | 08h10

A greve de funcionários da Universidade de São Paulo (USP), que completou ontem 14 dias, "não deve acabar tão cedo". A avaliação é do diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) Magno de Carvalho, que participou na segunda-feira, 18, da reunião de negociação entre o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) e o Fórum das Seis, entidade que congrega servidores da USP, UNESP e Unicamp, mais o Centro Paula Souza.

"Somente dois pontos de nossa pauta de reivindicações foram discutidos: a questão salarial e os processos contra o sindicato, que incluem a demissão de nosso ex-diretor. Nesse tema não houve avanço e, na questão salarial, a proposta de reajuste de 6,05% ficou bem abaixo dos 16% que reivindicamos", conta Carvalho.

Durante a negociação, cerca de mil pessoas, segundo estimativa do sindicato, realizaram manifestação em frente à reitoria da USP. O protesto contou com a participação da associação dos docentes (Adusp), que realizou paralisação de 24 horas. Hoje todas as entidades vão realizar assembleias para avaliar a proposta do Cruesp. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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