Palavra de professor: escolas da zona leste de São Paulo

Tecnologia e prioridade para o vestibular contribuem para bom desempenho

Estadão.edu

14 Outubro 2010 | 00h17

Argumento: rotina testada

 

Transformar avaliação em rotina é a fórmula do Argumento para acostumar os alunos à cobrança. “Depois de formados, eles mandam e-mails e voltam comentando como aprenderam”, conta o professor de matemática Alexandre Braga.

 

Alvorada: aulas high tech

 

Para prender a atenção dos alunos, o colégio aposta na tecnologia e no corpo docente jovem. O professor Felipe Avelino, de 26 anos, usa lousa digital e referências da internet em aulas de história. “A aula não é mais apenas um momento professor-aluno. Virou um momento professor-aluno-mundo.” Entre outras medidas, o colégio estimula os alunos a criarem um jornal interno.

 

Santo Antonio: foco moral

 

“O colégio é muito comprometido com a formação moral do aluno”, diz William Fugii, professor de geografia do Santo Antonio de Lisboa. “Acredito nessa filosofia, por isso trabalho feliz”, diz Fugii, que por três vezes foi paraninfo de turmas do fundamental.

 

Casagrande: aluno tem nome

 

A professora de biologia Ivone Coutinho não se esquece do primeiro aluno do Colégio Casagrande aprovado numa universidade pública. “Hoje, isso já virou uma rotina para nós, mas esse primeiro que entrou na USP nos deu a sensação de trabalho bem feito.” Para ela, o maior diferencial da escola é não ver o aluno como apenas um número. “Sabemos o nome de cada um.”

 

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