Arthur Fujii/Divulgação
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'Os robôs vão aprender coisas novas, passo a passo'

O empreendedor em robótica Dan Barry fala de robôs domésticos e 'cirurgiões'

Sergio Pompeu, do Estadão.edu,

27 Março 2012 | 01h13

O que podemos esperar de robôs hoje?

 

É fácil pensar em grandes ideias, em como seria incrível ter um robô que lave pratos, dobre roupas. O que eu digo é: e se, em vez disso, você pegar o que já existe e levar o robô a fazer uma coisa a mais, passo a passo?

 

Quando o robô doméstico, por exemplo, será de fato útil?

 

Robôs hoje são lentos para se deslocar num ambiente doméstico com obstáculos. Você pode ter um robô que atenda a porta, pegue a pizza e confira se o troco está certo, mas, até eu receber a pizza, ela estará meio fria. Acho que um lugar onde veremos robôs primeiro é na casa de pessoas que têm deficiências, é por aí que vamos barateá-los. Quero que eles custem US$ 200.

 

Como esse tipo de approach se aplica à medicina?

 

Para ter um robô capaz de, por conta própria, extrair apêndices, você começa produzindo instrumentos operados pelo cirurgião, via controle remoto. Com essa supervisão, o robô aprende habilidades. Se você fizer o robô para extrair apêndices logo de cara, ficará empacado.

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