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Número de funcionários da USP que aderiram ao PDV sobe para 1.428

Redução na folha de pagamento mensal é de 4,4%; plano é a principal aposta da reitoria contra a crise financeira

O Estado de S. Paulo

24 Fevereiro 2015 | 20h00

SÃO PAULO - O número de servidores que aderiu ao plano de demissão voluntária (PDV) da Universidade de São Paulo (USP) subiu de 1.382 para 1.428, segundo atualização publicada pela reitoria no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira, 24. O PDV é a principal aposta da administração da USP para frear a crise financeira da instituição.

A redução na folha de pagamento da universidade, segundo a reitoria, continua em 4,4%, mesmo valor que havia sido anunciado no começo do mês. A porcentagem, no entanto, ficou abaixo dos 6,5% esperados pela administração da USP quando lançou o plano.

Na próxima quinta-feira, 26, a universidade começa a desligar os funcionários que aderiram ao PDV. A adesão dos 1.428 servidores, cerca de 8,2% dos 17,3 mil funcionários da universidade, é irrevogável.

O plano não se estendia a professores, mas apenas a funcionários. Podiam participar servidores que tinham entre 55 e 67 anos, com mais de 20 anos de carreira na universidade. O desligamento antecipado foi incentivado com benefícios financeiros.

A expectativa da universidade é gastar, no máximo, R$ 400 milhões com o plano. Como haverá gastos com os acertos para as demissões, o alívio na folha salarial deve aumentar significativamente apenas nos próximos anos.

A medida é criticada pelas entidades sindicais da universidade. De acordo com eles, a medida contribui para o sucateamento da instituição. 

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