Novo Ensino Médio no Colégio Marista Arquidiocesano foca nas habilidades do futuro, as future skills
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Novo Ensino Médio no Colégio Marista Arquidiocesano foca nas habilidades do futuro, as future skills

Com projetos pautados nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável propostos pela ONU, colégio desenvolve nos estudantes habilidades como pensamento criativo, inteligência emocional, liderança e outras

Colégio Marista Arquidiocesano, Estadão Blue Studio
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22 de novembro de 2021 | 08h00

Previsto para começar nas escolas em 2022 por determinação do Ministério da Educação, o novo Ensino Médio já é uma realidade no Colégio Marista Arquidiocesano. As principais mudanças previstas - o ensino de parte do conteúdo através dos chamados itinerários formativos e a ampliação da carga horária - já foram implementadas neste ano para os alunos do primeiro ano do Ensino Médio no Arquidiocesano. “Desde 2017, quando essa lei entrou em vigor para implementação futura, nós começamos com um projeto para o novo Ensino Médio. Estruturamos toda a ideia. Com a pandemia, o governo postergou a data, mas, como já estávamos planejando, implementamos em 2021”, conta Thiago Cachatori, coordenador do Ensino Médio do colégio. 

No novo Ensino Médio, os estudantes passam a escolher, através dos itinerários formativos, temas que gostariam de estudar e com os quais se identificam mais. Dentro do projeto Hub, que trabalha esse itinerário formativo, o Arquidiocesano  desenvolve nos alunos as future skills - habilidades cada vez mais exigidas no mercado de trabalho e no mundo atual. “O projeto do novo Ensino Médio no Colégio Marista Arquidiocesano visa dar mais autonomia, fortalecer o protagonismo dos jovens e trabalhar com muita ênfase nas soft skills. Focamos em projetos que vão desenvolver as habilidades do século 21, como liderança, empatia, resiliência”, diz Cachatori. 

E essa trilha do conhecimento é composta por dois caminhos: human skills e digital skills. Nas human skills, são estimuladas criatividade, liderança e trabalho em equipe, negociação e persuasão, inteligência emocional e tomada de decisão. Já as digital skills trabalham uma mentalidade voltada para o digital e temas como comunicação, criação de jogos, redes sociais, marketing digital e storytelling. Os projetos do itinerário formativo são pautados nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU), que abordam temas como erradicação da pobreza, promoção de saúde e educação de qualidade.

“Cada vez mais, é evidente que a tecnologia chega com grande força, substituindo inclusive algumas atuações humanas. E o que nos sobra de humano? Aquilo que nos diferencia das máquinas. Essas habilidades para as quais está voltado o nosso novo Ensino Médio focam no desenvolvimento dos alunos e vão ser diferenciais não só no mercado de trabalho, mas no futuro desses indivíduos”, explica o coordenador do Ensino Médio do Arquidiocesano. 

No novo modelo, os estudantes terão que dedicar mais horas à escola. Em 2022, a carga horária obrigatória passa de 800 para 1.000 horas - no Arquidiocesano esse número será maior, 1.200 horas. Outra mudança tem como foco a interdisciplinaridade. Nos itinerários formativos, os conteúdos deixam de ser divididos em disciplinas individualizadas e passam a ser agrupados em áreas do conhecimento. São elas: linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e sociais aplicadas. No Colégio Marista Arquidiocesano, a formação geral básica continua contando com Matemática, Língua Portuguesa, Inglês, História, Geografia, Filosofia, Sociologia, Arte, Educação Física, Química, Física e Biologia. 

A implementação do modelo de novo Ensino Médio já no primeiro ano foi bem avaliada não só por professores, mas também pelos estudantes. E as expectativas para 2022, com a ampliação para as outras séries dessa etapa, são as melhores. “Conforme os estudantes foram se deparando com as atividades, foram vendo que precisavam ter mais autonomia nesse processo, que a resolução de problemas precisava partir deles. Nesse momento, as experiências foram se consolidando e as aprendizagens também”, conta Cachatori. “Uma aluna disse que o mais desafiador e o que ela mais tem gostado é de trabalhar com pessoas com quem não tinha trabalhado até então. A gente monta grupos diversificados e o aluno vai ter que trabalhar liderança, negociação, empatia e outras habilidades nesses grupos diversificados, onde os conhecimentos são múltiplos e individuais. Tudo isso vai desenvolver habilidades de que os estudantes precisam e que vão consolidar para o resto da vida”, completa.

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