Flávio Fogueral/Divulgação
Flávio Fogueral/Divulgação

No interior de SP, liga de alunos faz sua parte na luta contra a aids

Estudantes da Unesp fundaram liga de saúde sexual e reprodutiva

Carlos Lordelo, O Estado de S. Paulo

14 Dezembro 2010 | 12h24

Com táticas bem mais pacíficas que as dos jovens americanos, estudantes brasileiros também se dedicam ao combate à aids. Aluna de  Enfermagem, Tabata Baicere, de 23 anos, é presidente da liga estudantil de saúde sexual e reprodutiva da Faculdade de Medicina da Unesp, em Botucatu, que  promove campanhas de conscientização, ensina a usar métodos contraceptivos e promove eventos científicos.

 

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A liga, agremiação comum em faculdades de Medicina, reúne 15 alunos. Na última campanha Fique Sabendo, encerrada no início do mês, o grupo ajudou a  divulgar no câmpus a importância de se fazer o teste do vírus HIV. Os estudantes também organizam simpósios anuais e mantêm parceria com uma escola pública,  onde orientam sobre prevenção de DSTs e gravidez indesejada.

 

“É mais tranquilo trabalhar com adolescentes porque falamos a língua deles. Mas sempre surgem aquelas dúvidas que te deixam desconcertada”, diz Tabata, que está no 3º ano de Enfermagem. Para a professora Elen Castanheira, orientadora do grupo, o contato com a comunidade agrega conteúdo à formação universitária. “Eles aprendem a reconhecer o paciente como sujeito de direitos e a lidar com a dificuldade de trabalhar nessa área, que é carregada de valores.”

 

FRASE

 

"Todo mundo tem o direito de ser feliz, de ter prazer, mas vamos fazer as coisas da maneira mais correta?"

Tabata Baicere, aluna da Unesp

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