Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Nenhum governante tem direito de negligenciar educação, diz Temer

Presidente afirmou que Brasil tem um futuro promissor na área e que está se perfilando ao lado de países de desenvolvidos

Carla Araújo e Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

07 Março 2018 | 19h15

BRASÍLIA - Em mais uma cerimônia tida como agenda positiva, o presidente Michel Temer (MDB) disse nesta quarta-feira, 7, que "nenhum governante tem o direito de negligenciar a educação" e que o fato de o governo abrir 500 mil vagas para educação em tempo integral faz com que o País tenha um futuro mais promissor.

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"Estamos nos perfilando ao lado de países de grande desenvolvimento", disse o presidente durante cerimônia de entrega de insígnia da Ordem Nacional do Mérito, no Palácio do Planalto. 

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Na saída, o presidente não respondeu aos questionamentos em relação à postura do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso e apenas acenou aos jornalistas. 

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Temer repetiu os últimos discursos que têm feito em cerimônias na área de educação e afirmou que teve "muita sorte" ao escolher os integrantes do seu governo. "E o Mendonça filho foi uma das minhas melhores escolhas", disse o presidente. 

Na semana passada, em cerimônia de anúncio de investimentos para formação de professores, Temer já havia dito que Mendonça era o seu "grande acerto". Um dia antes, no entanto, em evento com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o presidente afirmou que tinha acertado "na mosca na escolha dos ministros" e que seu "acerto maior" havia sido "a escolha do Ricardo (Barros)".

Homenagem

Na cerimônia desta quarta, Temer homenageou uma centena de pessoas e entregou uma medalha em memória da professora Heley de Abreu Silva Batista, que morreu ao salvar crianças durante um incêndio em uma creche na cidade de Janaúba, no interior de Minas Gerais, no ano passado. A premiação foi criada para homenagear cidadãos que tenham prestados serviços relevantes à nação. 

Na cerimônia, também foram entregues medalhas da Ordem Nacional do Mérito Educativo, incluindo ao ministro da Educação, Mendonça Filho, que deixará o governo em breve para se candidatar nas eleições

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