Na última década a escolaridade aumentou, mas desigualdade permanece

A Síntese de Indicadores Sociais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2001 mostra que a taxa de analfabetismo caiu, o acesso à escola aumentou e a escolaridade da população melhoraram. Permanecem, entretanto, as desigualdades relacionadas à rede de ensino freqüentada, os contrastes regionais e sócio-econômicos.De 1992 para 2001, a taxa de escolarização das crianças mais pobres, na faixa de 7 a 14 anos, aumentou 19 pontos percentuais (de 74,5% passou para 93,7%). Entre as crianças mais ricas, o aumento foi de dois pontos percentuais (de 97,2% para 99,4%). Apesar da melhora nos indicadores, a escolaridade da população de 10 anos ou mais ainda é baixa, principalmente a economicamente ativa. No País, a média de tempo de estudo é de apenas 6,7 anos, e a média das mulheres (7,3 anos) é melhor que a dos homens (6,3 anos).

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