Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Na pressa, salgadinhos enganam a fome e a saúde

Renata Garcia, de 25 anos, adora um salgado. Pão de batata, croissant e pão de queijo não faltam em seu cardápio. Ainda mais porque passa o dia no Anglo, onde estuda e trabalha. Quando acorda, às 8 horas, costuma tomar apenas um café com leite. Por causa disso, a fome volta logo e, ao chegar ao cursinho, come o primeiro salgado do dia. A nutricionista alerta: ?É preciso fazer do café da manhã uma refeição mais completa, incluindo pão e queijo, que são boas fontes de cálcio.? Na hora do almoço, Renata até que não erra muito. Come salada, arroz, feijão e carne em um restaurante. Trabalha até as 19 horas e emenda nas aulas do cursinho. ?Só tomo um café e como um croissant no intervalo, às 20h15?, conta. ?Ficar muito tempo em jejum significa menor rendimento?, orienta a nutricionista. Ela pede para, durante o dia, a estudante não deixar de lado um iogurte ? mais uma fonte de cálcio ? ou uma fruta. Renata não janta. ?Chego em casa tarde e, se tenho fome, tomo só um leite.? Mais um erro nutricional. É preciso ingerir alimentos parecidos com os do almoço. ?Não tenho muita fome?, justifica Renata, que diz ter emagrecido em virtude da sua maratona de estudos. Ela concorre a uma vaga em Matemática e, de acordo com seu peso e altura, foi considerada magra demais pela nutricionista. ?Mesmo quando tenho fome, acabo deixando comida no prato.? Para isso, Claudia tem uma solução: ?Lembre-se dos benefícios que os nutrientes terão sobre a sua performance no vestibular e se alimente melhor.?

Agencia Estado,

08 de novembro de 2002 | 16h59

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.