Na FGV, foco é nas ferramentas de internet

Para superintendente, nível de domínio da internet se compara ao nível de domínio do inglês entre executivos

Tai Nalon, Especial para o Estadão.edu

24 Novembro 2009 | 16h14

Ao procurar um profissional com MBA, o mercado dá preferência àqueles que apresentam não apenas conhecimento, mas familiaridade com as ferramentas da internet. Essa é a aposta do MBA Executivo da Funadção Getúlio Vargas (FGV) na avaliação de Paulo Lemos, superintendente de educação executiva da instituição, e Stavros Xanthopoylos, diretor executivo da FGV Online. Para Lemos, o nível de domínio da internet hoje se compara ao nível de domínio do inglês entre executivos. "Em nível gerente, nem 50% dos executivos brasileiros hoje saberiam entrar em uma discussão em inglês. Mas entre os altos executivos, a imensa maioria tem essa fluência. A situação é semelhante com as ferramentas de internet", afirma.  Por conta disso, explica Lemos, a FGV inclui em seus MBAs disciplinas complementares feitas online. A ideia é que o aluno não perca o embasamento e a possibilidade de networking de um curso presencial, mas seja cobrado a saber se atualizar por meio de novas tecnologias.  Uma investida que leva essa oportunidade de aperfeiçoamento ao extremo é o programa FGV Online. A escola oferece 11 modalidades de MBA à distância. Com duração de 22 meses - que devem ser reduzidos a partir de 2011 para cerca de 12 -, esse tipo de MBA tem como vantagem maior flexibilidade de tempo para o aluno se dedicar, segundo Xanthopoylos. O programa exige de seis a oito horas por semana de dedicação. Por se tratar de um curso majoritariamente autodidata, a desvantagem acaba sendo a impossibilidade de trocar experiências com outros alunos e ampliar redes de contato.

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