MPF vai investigar ingestão de combustível em trote

Calouro teria sido obrigado a ingerir álcool combustível em Fernandópolis (SP)

Carolina Stanisci, Especial para o Estadão.edu

02 Fevereiro 2010 | 15h50

O Ministério Público Federal cobrou explicações à Universidade Camilo Castelo Branco (Unicastelo). Ontem um calouro da instituição teria sido obrigado a beber álcool combustível em Fernandópolis, no interior de São Paulo.    O estudante registrou boletim de ocorrência e teria chegado à delegacia embriagado e com as roupas rasgadas."É importante investigar esse episódio infeliz, para que não aconteça novamente", afirmou o procurador da República em Jales (SP) Thiago Lacerda Nobre.   Responsável pelo ofício, Nobre deseja saber quais as medidas adotadas pela instituição para apurar a autoria do caso e que providências serão tomadas para evitar o problema no futuro.   Em setembro, o MPF recomendou a todas as instituições de ensino superior paulistas medidas para coibir a prática do trote violento. A Unicastelo foi uma das que responderam à recomendação e se comprometeram, por escrito, a coibir a prática do trote. Caso seja constatado que não tomou nenhuma medida preventiva, pode ser acionada judicialmente pelo MPF.     Leia mais:  Estudante é obrigado a beber álcool combustível em trote MPF declara guerra à violência contra os calouros           .      

Mais conteúdo sobre:
trotecalourompf

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.