MPF recomenda a universidade paulista que suspenda oferta de cursos irregulares

Centro Universitário de Araras (Unar) deve apresentar comprometimento com a recomendação em até 20 dias

Larissa Linder, Especial para o Estadão.edu

20 Agosto 2010 | 17h20

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo recomendou ao Centro Universitário de Araras (Unar) que suspenda a oferta de cursos de Complementação Pedagógica e de Segunda Graduação que apresentam irregularidades. A instituição também deve deixar de divulgar esses cursos enquanto durar a suspensão.

 

Durante procedimento administrativo, em curso na Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu-MEC), foi apurada, entre outras irregularidades, a emissão de diplomas com habilitações não condizentes com as que foram reconhecidas oficialmente no curso de Pedagogia.

 

A comissão também verificou que, no Programa Especial para Aproveitamento de Estudos ou Adequação Curricular para Portadores de Diploma de Nível Superior, os alunos concluem o curso em apenas três semestres, independentemente de qualquer análise curricular, comparecendo às aulas somente aos fins de semana, o que está em desacordo com a legislação.

 

A instituição deve apresentar comprometimento com a recomendação em até 20 dias. Caso isso não aconteça, o MPF poderá entrar com ação contra a universidade. A recomendação propriamente deve ser cumprida até a conclusão do processo administrativo, sob pena de ter os cursos irregulares desativados.

 

O Unar foi procurado pelo Estadão.edu, mas ninguém foi encontrado para prestar esclarecimentos.

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