Photostile/Divulgação
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'Minha biblioteca' - Emanoel Araujo

Diretor do Museu AfroBrasil e ex-diretor da Pinacoteca fala dos livros que o marcaram

30 Agosto 2010 | 21h44

Como Era Verde Meu Vale - Richard Llewellyn

Ganhei do escritor, com dedicatória, quando ele veio ao Brasil, em 1966. O romance tem o tom de uma conversa sensível. Fiquei encantado. Primeiro, pelo autor, por sua simplicidade. E também pela poesia das suas histórias. Talvez, para os meus 26 anos, ainda tivesse os olhos encantados por um mundo a ser descoberto

 

Giovanni - James Baldwin

Esse livro foi uma revelação para mim pelo tema (um homem dividido entre uma paixão homossexual e o amor de uma mulher), que era uma incógnita para tantos jovens. Me encantou a abordagem direta do autor, um negro cujo estilo era marcado pela mágoa e pela dúvida

 

O Velho e o Mar - Ernest Hemingway

Essa história genial jamais será esquecida por toda uma geração, que se deixou navegar na bela trama de Hemingway. Foi um best seller naquele tempo. Todos liam o comovente relato do velho pescador na solidão do alto-mar, sua luta com o grande peixe e seus pensamentos

 

A Morte e a Morte de Quincas Berro D’água - Jorge Amado

Genial a ideia de uma morte real e de outra como metáfora da vida. Tudo isso contado por quem sempre soube reinventar a vida baiana, com seus  encantos e sincretismos. Li o livro pela primeira vez quando foi publicado na revista ‘Senhor’, em 1959

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