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MEC diz que errou ao incluir Unisanta em lista de corte de vagas

Ministério afirma que o engano aconteceu devido a um 'problema exclusivamente técnico'

Rejane Lima, especial para o Estado,

29 de agosto de 2008 | 19h17

O Ministério da Educação (MEC) admitiu em nota que errou ao incluir a universidade Santa Cecília (Unisanta), de Santos, na lista divulgada na última quarta-feira, 28, com as instituições de ensino que terão que reduzir o número de vagas do curso de Direito.  Na quarta-feira à noite, a reitoria da Unisanta contestou a informação de que necessitaria reduzir 50 das 350 vagas da faculdade de Direito, alegando que havia recebido um documento da Comissão de Supervisão informando que o ministério deixava de estabelecer recomendações ao curso. Porém, a confirmação do MEC veio apenas na quinta-feira, 29, à noite. De acordo com o Coordenador Geral de Supervisão do MEC, Jorge Gregory, a inclusão do nome da Unisanta na lista foi um "problema exclusivamente técnico" ocorrido durante a inclusão de dados em uma planilha com uma fórmula usada durante a avaliação. Gregory classifica a Unisanta como um "caso atípico" dentro das universidades supervisionadas por terem obtido conceitos baixos no Enade e resultados ruins na prova da Ordem dos advogados do Brasil (OAB). "Estabelecemos determinados padrões para que esses cursos e todos esses padrões a Unisanta tem, então recomendamos que mantenha esses padrões e se possível melhore", afirmando que a disse o Coordenador Geral de Supervisão do MEC, Jorge Gregory, afirmando que não foi possível aferir exatamente os motivos do baixo desempenho da Unisanta e que a universidade deveria trabalhar com a motivação dos alunos para fazerem o exame. Para a reitora Sílvia Ângela Teixeira Penteado, no entanto, a universidade já trabalha com um projeto global de motivação dos alunos e o fato do local do exame ter sido alterado 24 horas antes da sua realização prejudicou o desempenho dos alunos. "Independente de termos feito todo o aparato para transportar os alunos, alguns não chegaram a tempo gerou um desconforto nos alunos e conseqüentemente uma queda no rendimento", argumentou Silvia.

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