Gabriela Biló/Estadão
Gabriela Biló/Estadão

Maior dificuldade da Fuvest foi em exatas, dizem candidatos

Participantes tiveram nesta segunda-feira, dia 5, mais um dia de prova da segunda fase do vestibular 2015

Victor Vieira, O Estado de S. Paulo

05 Janeiro 2015 | 15h43

No segundo dia de provas da etapa final da Fuvest, nesta segunda-feira, 5, a maioria dos candidatos disse ter mais dificuldades nas questões de exatas. Segundo eles, o teste trouxe enunciados curtos e objetivos, além de vários itens interdisciplinares. A Fuvest seleciona alunos para a Universidade de São Paulo (USP).

O exame desta segunda tinha 16 questões com as disciplinas do ensino médio. Leonardo Keiji Lopes, que pretende cursar Farmácia, contou que a segunda fase do ano passado estava mais difícil. "Caiu menos Matemática e, em Física, não apareceu Termodinâmica", disse. Mesmo assim, ele considerou as exatas o maior desafio da prova.

De acordo com Lopes, o exame explorou bastante as perguntas interdisciplinares. "Essas são complicadas porque você precisa saber bem sobre mais de um assunto", comentou. Uma das perguntas, por exemplo, envolvia Geografia com o livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos.

As perguntas de exatas também exigiram mais esforço de Heloisa Oliveira, de 31 anos. "Física e Matemática são as mais complicadas, mas não pediram tanto cálculo", afirmou ela, já formada em Relações Públicas e interessada em cursar Letras. "Em geral, a prova estava boa, com enunciados curtos e objetivos", completou.

Alliny Anunciato, que pretende ser colega de Heloisa no curso de Letras, esperava um exame mais complexo. "Não está tão cansativa a prova", avaliou. "E a primeira vez que faço a segunda etapa da Fuvest. Achei que seria mais difícil, mas acabei saindo cedo", disse a vestibulanda, de 19 anos, que deixou o local de prova por volta das 15h15.

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