Justiça vai decidir sobre nova manifestação de professores na Paulista

No último dia 12, a Apeoesp descumpriu decisão do Ministério Público Estadual e interrompeu a via

Luísa Alcalde, Jornal da Tarde

18 Março 2010 | 17h34

A Justiça decide até as 19 horas se o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) poderá realizar a segunda passeata na Avenida Paulista, na região central, desde que a greve da categoria foi iniciada no último dia 8.

 

 

Polícia e Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) dependem dessa decisão para desencadear a operacionalização do trânsito na região amanhã. O caso está nas mãos do juiz da 20ª Vara Cível, Flávio Abramovich.

 

 

No último dia 12, a Apeoesp descumpriu decisão do Ministério Público Estadual de que teria de pagar indenização caso o trânsito fosse interrompido, o que acabou ocorrendo. Inicialmente o ato aconteceria apenas no vão livre do Masp.

 

 

No pedido de liminar contrário à manifestação feito esta semana, o promotor José Carlos de Freitas, da Habitação e Urbanismo, do MPE, argumentou que no dia 12, com os transtornos causados no trânsito com a manifestação na Paulista, três hospitais da região (Clínicas, Brigadeiro e Pérola Byington) registraram atraso de mais de duas horas na entrega de material em seus bancos de sangue.

 

 

Segundo o MPE, em um caso semelhante, ocorrido em 2005, a Apeoesp foi condenada a pagar R$ 1,5 milhão por danos materiais e morais à cidade. A categoria reivindica 34% de reajuste salarial.

 

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