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Jogo 'Conflitos Globais' é lançado na USP

Objetivo do game é fazer com que aluno do ensino médio ou superior aprenda interagindo com questões da atualidade

Paulo Saldaña, Especial para o Estadão.edu

18 Março 2010 | 10h49

"Uma garota foi morta a tiros na fronteira do México com os EUA. Como ela foi morta? Que futuro terá o filho dela?" Esse é um dos desafios do jogo de aprendizagem "Conflitos Globais", lançado ontem à noite na Universidade de São Paulo (USP), no câmpus do Butantã. O game dinamarquês foi trazido pela Cidade do Conhecimento da USP.

 

"O objetivo do jogo não é matar monstros, mas interagir com personagens com perspectivas diferentes", afirma o professor Gilson Schwartz, criador da Cidade do Conhecimento e curador do "Conflitos Globais".

 

No game, o estudante - de ensino médio ou superior - é um jornalista que deve escrever uma reportagem sobre o problema proposto, levando em conta todas as questões históricas, políticas ou econômicas.

 

O professor da Universidade de Brasília (UnB) Pedro Demo, presente no lançamento, afimou ao Estadão.edu que o jogo colabora com o desafio do mundo pedagógico de seguir a velocidade da tecnologia. "A tecnologia já não é mais um meio, mas faz parte da alfabetização", diz ele.

Segundo Schwartz, o projeto será apresentado em escolas. "Não é um jogo para ser vendido em loja, mas ser aplicado na sala de aula, junto com o professor."

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