Inglês sem Fronteiras terá laboratórios doados por empresas americanas

Expectativa é que doação das empresas privadas facilite a montagem dos equipamentos

Marina Azaredo, O Estado de S. Paulo

13 Novembro 2013 | 19h52

Cinco dos 45 núcleos do Inglês sem Fronteiras que começam a funcionar em 2014 nas universidades federais serão equipados com laboratórios financiados pelo + Unidos, parceria entre a Missão Diplomática dos Estados Unidos e empresas americanas estabelecidas no Brasil. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 13, pela presidente do Núcleo Gestor do Programa Inglês sem Fronteiras, Denise Abreu e Lima, em evento na sede da Amcham, em São Paulo.

De acordo com Denise, o objetivo é que as universidades tenham, além dos laboratórios tradicionais, salas específicas para o programa, voltado a estudantes que pretendem fazer intercâmbio pelo Ciência sem Fronteiras. "Os laboratórios que existem hoje têm de concorrer com toda a agenda da universidade. Além disso, algumas provas de proficiência só rodam em softwares específicos", explicou Denise. Segundo ela, a doação vai agilizar a instalação dos laboratórios, pois, se dependesse de verbas do governo federal, o processo seria mais burocrático, com a necessidade de licitações.

Os cinco laboratórios serão montados ao longo de 2014, ao custo de R$ 70 mil cada. "O primeiro será instalado em uma universidade do Estado de São Paulo já no início do primeiro semestre", prometeu Alexandre Alves, gerente de parcerias da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento (Usaid).

Entre as empresas participantes do + Unidos estão Accenture, Alcoa, Bunge, Cargill, Chevron e Coca-Cola.

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