Inglês e planejamento são fundamentais

Não dá para escapar: falar inglês é básico para quem pretende fazer curso, estágio ou trabalhar no exterior. É a opinião do presidente da Manager Assessoria em RH, Ricardo Xavier, e do diretor da Garcez Recursos Humanos, Marco Antonio Garcez. ?Independentemente da área de atuação, é necessário dominar o inglês, o idioma comercial reinante?, diz Garcez.Ele sugere até a quem já fez cursos de inglês no Brasil que procure um curso para estrangeiros quando for ao exterior. ?O espanhol também ajuda, principalmente na América do Norte e em algumas regiões da Europa.?Ele orienta ainda que se definam objetivos. ?É um investimento razoável financeiramente, e existe a distância da família e dos amigos, portanto não pode ser feito sem planejamento.?Se a idéia for a busca de experiência de vida diferente e fazer um pequeno pé-de-meia, os trabalhos em parques e resorts podem ser indicados. Se a busca for o aperfeiçoamento profissional, a pessoa deverá procurar estágios e cursos profissionalizantes. ?Certamente é um diferencial?, diz o diretor. ?Mas quem volta não deve esperar uma fila de empregadores no aeroporto.?Xavier diz que a decisão de trabalhar fora, mesmo em outra área que não a de formação, rende dois diferenciais para o estudante: aprofunda-o na cultura e no idioma e mostra que ele está disposto a trabalhar. ?Contratar quem fez faculdade é uma coisa; outra é a contratação de quem fez faculdade e já trabalhou fora?, comenta.Ambos recomendam a recolher o máximo de informações sobre a empresa e o local onde se vai trabalhar. Além disso, é bom pegar referências com quem já fez o mesmo programa e não cometer nenhuma besteira. ?Voltar antes do tempo não pega nada bem?, é a opinião dos profissionais.De mais a mais, mesmo quem está viajando para ganhar dinheiro deve ter uma reserva de emergência no Brasil. ?Ou ao menos um cartão de crédito, para eventualidades?, afirma Xavier. leia também Boas chances de experiência remunerada no exterior

Agencia Estado,

03 de junho de 2004 | 18h37

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