Grevistas da USP dizem que orçamento permite reajuste

Servidores se econtraram com técnicos de conselho de reitores

Paulo Saldaña, Especial para o Estadão.edu

06 de maio de 2010 | 18h37

Integrantes do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), que estão em greve desde quarta-feira (5), saíram da reunião com técnicos do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) com a certeza de que há condição orçamentária para que as reivindicações da categoria sejam atendidas. Técnicos do Cruesp e integrantes do sindicato reuniram-se no final da tarde desta quinta-feira para o conhecimento de dados e planilhas referentes a projeções econômicas e de arrecadação do ICMS das universidades estaduais .

 

 

"A realidade apresentada permite que os reitores atendam à nossa reivindicação", afirmou o diretor de base do sintusp Magno de Carvalho. No próximo dia 11, haverá uma nova reunião com os reitores e o Fórum das Seis - entidade que congrega os sindicatos de professores e funcionários da USP, Unesp, Unicamp e Centro Paula Souza.

 

 

A categoria quer uma reposição salarial de 16% e incorporação de R$ 200 ao salário-base. Outro ponto da lista de reivindicações é a extensão para todos os servidores das universidades estaduais paulistas do reajuste de 6% concedido apenas aos professores.

 

 

Nesta manhã, servidores em greve bloquearam um prédio da Escola de Comunicação e Artes (ECA) e impediram aulas e atividades administrativas. O ato é uma reposta ao anúncio da reitoria de que vai cortar o ponto dos grevistas. O sindicato promete manter a mesma mobilização.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.