Prefeitura de Curitiba
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Governo do Paraná pede prazo e greve de professores continua

Gestão prometeu apresentar proposta até o dia 19, mas categoria quer recebê-la até 5ª para discuti-la em assembleia na 6ª ou sábado

Julio Cesar Lima, Especial para o Estado

12 Maio 2015 | 12h51

CURITIBA  - A greve dos professores da rede estadual de ensino do Paraná, que dura 16 dias, ainda continua por tempo indeterminado. Na manhã desta terça-feira, 12, representantes de servidores e dos professores se reuniram com a secretária de Administração, Dinorah Nogara, no Palácio das Araucárias, em Curitiba, para discutir a pauta de reivindicação, mas o governo, segundo a diretoria da Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP), pediu um prazo até o dia 19, para apresentar uma proposta aos docentes.

A entidade pediu ao governo que entregue a proposta até a próxima quinta-feira, 14, para discutir em assembleia prevista para sexta-feira, 15, ou sábado, 16.

Os professores pedem o reajuste mínimo de 8,14% referente ao  Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o piso nacional da categoria, de 13%, retroativo a janeiro, além de pedir a suspensão do projeto de lei que alterou a ParanaPrevidência, cuja votação provocou os confrontos do Centro Cívico, que deixaram 213 manifestantes e 21 policiais feridos.

Antes da reunião, cerca de mil professores e outros servidores estaduais protestaram em frente ao palácio, como forma de pressionar o governo a aceitar a reposição da inflação do período de um ano.

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