ISCTE Business School
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Gestão com diploma até em Portugal

Programa da Fundação Getulio Vargas de preparação para mestrado é feito em parceria com ISCTE Business School

Isabela Palhares, O Estado de S.Paulo

27 Junho 2017 | 10h52

A Fundação Getulio Vargas (FGV) inicia no próximo semestre um programa de preparação para o mestrado, com uma parte do curso em Portugal. Ao todo, o aluno deve fazer dez disciplinas (280 horas/aula), sendo sete em São Paulo ou Rio e três em Lisboa.

O programa Pré-Master Internacional oferece, no Rio, os cursos de Gestão de Saúde, Gestão de Serviços e Operações e Gestão de Hotelaria e Turismo. Já em São Paulo a formação é em Economia Monetária e Financeira, Gestão de Saúde e Gestão de Serviços. A parte internacional do curso é feita em parceria com a ISCTE Business School, de Portugal. 

Depois de concluir as disciplinas, o aluno já obtém o certificado de curso de extensão no Brasil pela FGV. Para conseguir o diploma português, ele tem um ano para defender uma dissertação.

“Com conteúdos globais, o programa é uma oportunidade para o estudante obter um diploma internacional sem as dificuldades de outra língua e ainda ampliar seus horizontes”, diz André Barcaui, coordenador acadêmico do programa. 

Podem participar alunos que já concluíram o ensino superior, e não é preciso ter experiência no mercado. O processo seletivo consiste em avaliação de currículo e entrevista. No Brasil, as aulas são uma vez por mês e, em Portugal, serão ao longo de dez dias. 

Como lembra Marcus Vinicius Rodrigues, gestor executivo do Núcleo de Cooperação com África e Portugal da FGV, os cursos de mestrado trazem oportunidades na área acadêmica e em organizações que demandam profissionais com uma “formação global”.

“O programa cria as condições necessárias, de forma confortável em termos logísticos, para que brasileiros busquem essa formação em uma das melhores escolas de Gestão da Europa.”

Graduação

A FGV também participa de um programa de graduação em parceria com o International Business Education Alliance, que permite aos alunos cursar parte da grade curricular na Alemanha, nos EUA ou na França. Por um ano e meio, estudantes que já fizeram os dois primeiros anos de Administração podem continuar seus estudos nos outros países. 

Além das disciplinas obrigatórias a serem cursadas nessas instituições, que foram validadas no Brasil, os alunos também devem estudar disciplina específica, obrigatória e relacionada à expertise da instituição. 

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