Fundos de investimento estrangeiros negociam a compra de faculdades brasileiras

Empresas que administram fundos de investimentos estrangeiros apostam suas fichas na aquisição total ou parcial de instituições privadas de ensino do Brasil - em especial as de ensino superior, que movimentam R$ 15 bilhões e cresceram 157% nos últimos nove anos. O objetivo, na maioria dos casos, é adquirir as instituições, injetar recursos, participar da gestão e finalmente revender as faculdades e universidades por um preço multiplicado - operações chamadas no mercado financeiro de private equity."Os fundos procuram investir em países emergentes, como o Brasil, países do leste europeu e da Ásia, que ainda têm potencial de crescimento maior que o dos mercados maduros. E o setor de educação no Brasil cresce muito mais que o de outros países. É isso que nos atrai", disse Patrice Etlin, um dos sócios do Advent International, multinacional que administra um fundo de US$ 265 milhões.As universidades públicas atendem hoje menos de um terço da demanda, de 3 milhões de matrículas. Mas a participação de capital estrangeiro em escolas brasileiras é vista com muitas reservas por acadêmicos e especialistas, que denunciam o risco de mercantilização do ensino.Clique para ler a reportagem completa em

Agencia Estado,

20 de agosto de 2003 | 10h29

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