Funcionários da USP decidem por manutenção de greve

Trabalhadores pedem, entre outras coisas, a incorporação de R$ 200 ao salário e 17% de reposição por perdas

Fabiana Marchezi, Central de Notícias

05 Maio 2009 | 13h09

Mais de 700 funcionários da Universidade de São Paulo (USP) decidiram que a greve iniciada nesta terça-feira, 5, será mantida por tempo indeterminado. A decisão foi tomada após assembleia realizada no prédio de História da USP. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), a paralisação foi aprovada no último dia 23 por cerca de 600 funcionários que participaram de uma assembleia geral.

Os trabalhadores pedem a readmissão de um diretor do Sintusp demitido por atividades sindicais, incorporação de R$ 200 ao salário e 17% de reposição parcial das perdas desde 1989, retirada de processos contra outros militantes e da multa de R$ 346 mil pela ocupação da reitoria em 2007, a garantia do emprego aos atuais 5.214 funcionários da USP contratados após 1988 que têm suas vagas questionadas pelo Tribunal de Contas e a derrubada do Sistema de Gestão de Pessoas por Competência.

Nesta tarde, funcionários, estudantes e professores das três universidades estaduais (USP, Unesp e Unicamp) devem realizar um ato em frente ao prédio da reitoria para pedir a antecipação da data de negociações, marcada para o próximo dia 18.

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