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Faculdade Sesi lança cursos de pós-graduação voltados a professores da educação básica

Entre as novidades estão as especializações por área de conhecimento, alinhadas à Base Nacional Comum Curricular e ao Novo Ensino Médio

Sesi, Estadão Blue Studio
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22 de junho de 2021 | 08h30

Consenso entre especialistas e pesquisadores, a educação é um dos principais motores de desenvolvimento de um país. Mas, para que o processo de ensino e aprendizagem avance, principalmente no contexto pós-pandemia, um fator fundamental é a preparação e a capacitação contínua dos docentes.

Criada com a missão de formar professores, ministrando desde 2017 cursos de graduação em licenciatura, a Faculdade Sesi de Educação, em São Paulo, passou a oferecer também formação para os docentes que atuam na educação básica, por meio de cursos de pós-graduação lato sensu. 

Para o segundo semestre de 2021, oito novos cursos serão ofertados: Robótica Educacional Criativa e cinco especializações nas áreas de Ciências da Natureza, Linguagens, Ciências Humanas, Matemática Anos Iniciais e Matemática Anos Finais, aos quais se juntam Educação Física Escolar, além de Gestão e Diversidade no Esporte – este direcionado a gestores. Com módulos presenciais e online, os cursos têm carga horária de 360 horas. 

Hugo Nunes, coordenador de Pesquisa e Extensão e da Residência Educacional da Faculdade Sesi de Educação, destaca o caráter inovador das especializações por área de conhecimento. “Elas vêm ao encontro da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do Novo Ensino Médio, que organizam o currículo por área de conhecimento, de modo a integrar os diferentes saberes. No Novo Ensino Médio, que deve ser implementado até 2022, o aluno terá a possibilidade de escolha de itinerários formativos, ligados a essas áreas. Essas especializações vêm trazer esse subsídio para o professor.”

O coordenador explica que as licenciaturas do Sesi já são estruturadas dessa forma, e que a ideia foi seguir esse modelo para os cursos de pós. “Hoje, 99% dos professores do País foram formados por licenciaturas de disciplinas específicas. Muitos acabam tendo aquele viés específico apenas para a sua matéria e precisam desse olhar mais abrangente para articular os conhecimentos e considerar diferentes perspectivas na resolução de um problema”, afirma. 

“Em Ciências Humanas, por exemplo, para compreender o desenvolvimento do homem e das sociedades, você vai considerar não só questões de História, mas também de Geografia, Sociologia e Filosofia. O professor passa a dialogar com as diferentes áreas de forma mais rica, contribuindo para uma aprendizagem mais significativa e contextualizada para o aluno”, completa Eduardo Carreiro, diretor da Faculdade Sesi de Educação. 

Coordenação pedagógica, educação física, esporte e robótica

Além dos cursos por áreas de conhecimento, o diretor e o coordenador também ressaltam os diferenciais das outras especializações. “Tradicionalmente tratada como um curso da área da saúde, a pós em Educação Física Escolar: Uma Prática Pedagógica Multicultural e Democrática ganhou uma abordagem pautada na cultura, na pluralidade e na diferença. Já a pós em Coordenação Pedagógica, que está formando sua terceira turma, foca bastante no papel do coordenador no apoio ao professor na sala de aula, para melhorar a aprendizagem dos alunos, enquanto a maioria dos cursos nessa área é voltada apenas para questões gerenciais”, conta Nunes.

Carreiro comenta sobre os cursos em áreas nas quais o Sesi é referência e desenvolve um trabalho intenso, como robótica e esportes. “A especialização Robótica Educacional Criativa enfatiza o desenvolvimento de habilidades, como lógica, raciocínio e análise crítica, para a resolução de problemas. “O objetivo é formar professores para desenvolver esse pensamento computacional nos seus alunos, o que vai muito além do ferramental para montar um robô.”

Já o diferencial do curso Gestão e Diversidade no Esporte – este destinado a gestores de clubes, associações, federações e ligas esportivas que querem aprimorar conhecimentos em negócios e finanças – é trazer a questão da diversidade e da inclusão. “Hoje há toda uma discussão ética que envolve questões raciais e de gênero, entre outras. O curso aborda esses pontos e as formas como o gestor pode lidar com isso”, diz Carreiro.

O diretor ainda aponta que, de forma geral, todos os cursos trabalham com a ideia de potencializar o trabalho coletivo, a afetividade e a aprendizagem colaborativa. “O uso de metodologias ativas, como o trabalho por projetos, possibilita abordar essas questões de forma transversal. Assim, o professor pode transferir isso para o ambiente escolar e para seus estudantes, pois precisamos de trabalho coletivo, afetividade e aprendizado uns com os outros.”

Segundo Marcelo Saraceni Nunes, diretor-geral da Associação Brasileira das Instituições de Pós-Graduação (ABIPG), é importante que os professores estejam sempre atualizados, desenvolvam conhecimentos mais aprofundados e dominem novas metodologias e estratégias de ensino. “A pós-graduação lato sensu, centrada na prática cotidiana do professor na sala de aula, pode representar esse diferencial e ajudar o docente a manter o interesse e a aprendizagem dos estudantes.”

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